Reprodução: Veja A Nuclep, estatal de equipamentos pesados ligada ao ministério de Minas e Energia, planeja fechar nos próximos dois meses o contrato para a produção do casco externo do submarino de propulsão nuclear da Marinha. A estimativa é que a obra custe em torno de 200 milhões de reais.  O contrato, a ser firmado junto à Marinha e ao estaleiro ICN, que constrói a embarcação, marcará o início dos trabalhos na estrutura do que será o primeiro submarino do tipo do Brasil, fruto de acordo de transferência de tecnologia firmado em 2012 com a França, na iniciativa batizada de Prosub. A expectativa é que o submarino esteja pronto só em 2029. Atualmente, o projeto está na fase de construção do protótipo em tamanho real onde a tecnologia será testada ainda em terra. O casco será o primeiro componente comprado que integrará a estrutura final da embarcação.   
Reprodução: O dia ITAGUAÍ - Com experiência no setor nuclear e capacidade fabril, a Nuclebrás Equipamentos Pesados (Nuclep) – indústria estatal que atua no bairro de Brisamar, Itaguaí - concluiu a fabricação da Caixa de Blindagem Radiológica para a Unidade Móvel de Irradiação com Acelerador Industrial de Elétrons, projetado pelo Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (Ipen). A unidade móvel tem várias aplicações e conta com um acelerador de feixe de elétrons responsável por tratar efluentes industriais para fins de reutilização, o que viabiliza uma alternativa limpa e tecnológica para as empresas. Os requisitos de segurança são garantidos pela Agência Internacional de Energia Atômica (Aiea), pela BSS Serviços de Blindagem e pela CNEN - autarquia federal do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações a qual o Ipen está vinculado. Com o laboratório móvel, que será usado por profissionais da Ipen para realizar treinamentos em empresas de todo país, é possível ampliar a capacidade nacional de tratamento de efluentes, o que gera benefícios tecnológicos e econômicos em relação às técnicas convencionais. A blindagem Radiológica fabricada pela Nuclep pesa mais de 15 toneladas e tem como objetivo fornecer a proteção adequada durante as operações, promovendo a segurança dos trabalhadores e do ambiente. A Unidade Móvel de Irradiação com Acelerador Industrial de Elétrons é importante na aplicação de atividades de pesquisa e desenvolvimento de novas tecnologias e prestações de serviços em escalas laboratoriais e industriais.
Reprodução: Petronotícias A Nuclep concluiu mais um importante projeto no segmento nuclear. A empresa finalizou a fabricação da Caixa de Blindagem Radiológica para a Laboratório Móvel de Irradiação com Acelerador Industrial de Elétrons, projetado pelo Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (IPEN). Uma das muitas aplicações dessa unidade será o tratamento de efluentes industriais para fins de reutilização, se apresentando como uma alternativa limpa e tecnológica para as empresas brasileiras. Com laboratório, os profissionais da IPEN poderão oferecer treinamento às companhias de todo o país, ajudando a ampliar a capacidade nacional de tratamento de efluentes e gerando benefícios tecnológicos e econômicos em comparação com as técnicas convencionais. Além disso, na nova unidade serão aplicadas atividades de pesquisa e desenvolvimento de tecnologias e prestações de serviços em escalas laboratoriais e industriais. A blindagem Radiológica fabricada pela Nuclep pesa cerca de 15,86 toneladas. A estrutura vai oferecer proteção durante as operações, promovendo a segurança dos trabalhadores e do ambiente. Para a caldeiraria, a participação neste projeto reforça ainda mais a sua capacidade de atender as mais diversas demandas dos projetos nucleares, contribuindo com a sociedade brasileira.
Reprodução: Full Energy  Presidente da Nuclep, Carlos Henrique Seixas é oficial general da reserva da Marinha do Brasil e foi promovido a contra-almirante em 2010. Em sua carreira na Marinha brasileira esteve a trabalho no Chile Portugal e Estados Unidos. O executivo lembra da infância feliz que teve na década de 70, sempre brincando na rua, jogando futebol e bolinha de gude. Apesar dessa liberdade, ele conta que teve uma criação bem rígida por parte de seus pais. “Tinha um ditado na minha casa que levei para a criação dos meus filhos também: dia semana é feito para estudar, final de semana para brincar. ” Desde criança o ContraAlmirante sonhava em entrar para Marinha e acredita que essa vontade foi despertada por ver um quadro de seu falecido avô vestido com a roupa da marinha. “As pessoas diziam muito para mim ‘você vai ser igual ao seu avô’ e eu gostava disso. ” Aos 15 anos ele entrou para Marinha brasileira e acredita que foi um momento extremamente importante para sua formação pessoal, profissional e moral. Após, 40 anos na marinha ele diz que toda bagagem que possui vem de lá. Antes de ir para a Nuclep, Seixas assumiu o cargo de comandante da Base Naval do Rio de Janeiro onde tem uma circulação de 12 mil homens por dia. Ele considera esse momento como um grande desafio em sua carreira, mas também como uma grande oportunidade de se aperfeiçoar para assumir o atual cargo na Nuclep. A Nuclep, segundo ele,…
Reprodução: Jornal Atual A Nuclep promoveu nesta sexta- -feira (19) a solenidade de inauguração de sua linha de produção de torres de transmissão, marcando o início de uma nova era, com a abertura de novos mercados e a definitiva diversificação de seus negócios. A cerimônia de inauguração foi comandada pelo presidente da Nuclep, contra- -almirante Carlos Henrique Seixas e teve a presença do ministro de estado de Minas e Energia, Bento Albuquerque. A anunciada presença do presidente da República, Jair Bolsonaro, acabou não se confirmando. Segundo o presidente da Nuclep, a entrada da empresa no mercado de torres de transmissão vai garantir uma previsibilidade no faturamento da companhia durante os próximos anos. “A nossa expectativa de faturamento para 2021 é de R$ 140 milhões. Esse valor aumentará para mais de R$ 200 milhões em 2022. Em 2023, chegaremos a cerca de R$ 400 milhões”, projetou Seixas, antecipando expectativa de anos de grande produtividade para a empresa, antes focada na produção de insumos para as indústrias nuclear, de defesa e pesada. Além de a Nuclep avançar o mercado de produção de torres de transmissão de energia elétrica, a empresa está dedicada ainda a projetos estratégicos para o país, como, por exemplo, o Labgene, parte essencial do Programa Nuclear da Marinha do Brasil. A empresa também está envolvida no término dos últimos acumuladores e no condensador que serão destinados à Usina Angra 3. “Temos também o bloco 40 do Labgene, o término dos últimos acumuladores de Angra 3 e o condensador da…
Reprodução: Governo do Brasil O Brasil quer aumentar a participação nuclear na matriz energética. E, para isso, passa a contar com Linha de Produção de Torres de Transmissão de energia e dos dois últimos acumuladores da usina nuclear Angra 3. A solenidade de entrega ocorreu, nesta sexta-feira (19), em Itaguaí, no Rio de Janeiro. “Nossa meta é aumentar a participação da energia nuclear em nossa matriz energética, posicionando o Brasil como ator internacional relevante nesse restrito mercado”, explicou o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, ao participar da cerimônia. As estruturas foram desenvolvidas e produzidas pela estatal Nuclebrás Equipamentos Pesados S.A (Nuclep), vinculada ao Ministério de Minas e Energia. A Nuclep pretende construir até 35.000 toneladas de estruturas metálicas por ano, o que possibilitará a instalação de 1.500 quilômetros de linhas de transmissão no país. As estruturas metálicas ajudarão a levar energia para milhares de brasileiros. Angra 3 A entrega dos dois últimos acumuladores para Angra 3 totaliza oito fabricados pela Nuclep para a Eletronuclear. Os equipamentos são tanques com 14,2 metros de comprimento e 22 toneladas. “Esses equipamentos são utilizados para fazer o resfriamento do sistema primário, onde está localizado o reator. Por isso, são estratégicos para a segurança da usina nuclear. Angra 3 terá, no total, oito acumuladores, todos foram produzidos pela Nuclep, assim como outros equipamentos de grande porte, como os condensadores principais”, explicou o presidente da Eletronuclear, Leonam Guimarães. A construção de Angra 3 está prevista para ser retomada este ano. Nuclep A empresa foi criada…
Reprodução: TV Brasil - EBC Em Itaguaí, cidade aqui da região metropolitana do Rio de Janeiro, foram entregues hoje dois importantes equipamentos que vão ajudar na construção da usina nuclear de Angra 3, no litoral do estado. E a empresa estatal que fabrica essas peças deu também importante passo para acordos com a iniciativa privada.
Reprodução: O Dia  ITAGUAÍ – Uma nova linha de produção traz um novo horizonte para a Nuclebrás Equipamentos Pesados (Nuclep), estatal que atua em Itaguaí, no bairro Brisamar. Conforme explicou Carlos Henrique Seixas – o presidente da empresa – em entrevista recente a O DIA, as torres de transmissão vão ser extremamente úteis na perspectiva que o mercado acena: serão 55 mil quilômetros de linhas de energia instaladas no Brasil nos próximos anos. Lançar a Nuclep nessa empreitada pode significar um alívio financeiro e uma dependência orçamentária menor da empresa em relação ao governo federal, que a incluiu no rol das estatais com potencial de privatização (mas a discussão ainda vai longe). O evento no parque fabril da empresa simbolizou o início do que tem sido anunciado como “novos tempos” ocorreu na sexta-feira (19), com a presença das seguintes autoridades: Bento Costa Lima - Ministro das Minas e Energia; Ilques Barbosa Junior – Comandante da Marinha; Marcos Sampaio Olsen – Diretor-geral de Desenvolvimento Nuclear e Tecnológico da Marinha; Rubem Vieira (Podemos) – prefeito de Itaguaí; Haroldo Jesus (PV) – presidente da Câmara Legislativa de Itaguaí. Estiveram presentes também Luiz Carlos Ciocchi - diretor-geral do Operador Nacional do Sistema Elétrico e Leonam Guimarães - presidente da Eletronuclear. O presidente Jair Bolsonaro - cuja presença havia sido anunciada - não compareceu e enviou uma mensagem por vídeo, enfatizando a importância da Nuclep no cenário energético brasileiro. Outra autoridade que estava sendo aguardada era o governador em exercício, Cláudio Castro (PSC), que também não pôde ir. ACUMULADORES PARA ANGRA 3 Além…
Reprodução: Petronotícias Uma nova jornada de sucesso. A Nuclep inaugurou nesta sexta-feira (19) sua linha de produção de torres de transmissão. Agora, a empresa poderá produzir, no auge, até 35.000 toneladas de estruturas metálicas por ano. Esse volume possibilitará a instalação anual de 1.500 km de linhas de transmissão no país. O ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, representou o governo federal na cerimônia de inauguração na fábrica da companhia, em Itaguaí (RJ). Havia a expectativa da presença de Jair Bolsonaro no evento, mas o presidente permaneceu em Brasília. O evento também marcou a entrega dos dois últimos acumuladores para a usina de Angra 3, de um total de oito. Os equipamentos são tanques com 14,2 metros de comprimento e 22 toneladas, que são utilizados no resfriamento do sistema primário do reator nuclear. Durante o evento, Albuquerque destacou a importância estratégica da Nuclep para os segmentos de defesa e nuclear. “A empresa fornece equipamentos para Marinha do Brasil, construindo cascos de submarinos, e presta serviços para as usinas nucleares no Brasil, fazendo vasos e reatores. Ou seja, é uma empresa importante para o país”, afirmou. O ministro também elogiou a gestão da Nuclep, que é presidida atualmente pelo contra-almirante Carlos Henrique Seixas. “É uma empresa que se reestruturou e cresceu muito nos últimos dois anos. Nós acreditamos que vai continuar prestando relevante serviço para a economia do Brasil, para a indústria nacional e para as Forças Armadas”, avaliou. Albuquerque lembrou ainda que o Brasil deve instalar até 55 mil km de linhas de transmissão nos…
Reprodução: O Dia ITAGUAÍ – O vice-prefeito de Itaguaí, Valter Almeida (Podemos), representou o governo municipal em visita nesta terça-feira (2) à Nuclep, no bairro de Brisamar. Almeida certamente substituiu o prefeito Rubem Vieira (Podemos), que estava em agenda oficial em Nova Iguaçu, no Fórum de Prefeitos da Baixada Fluminense, que contou com a presença do governador em exercício, Cláudio Castro. Valter foi recebido pelo presidente da empresa, Almirante Carlos Henrique Silva Seixas, e pelo Assessor Institucional Trabalhista, Wagner Coelho. O vice-prefeito iniciou sua visita assistindo a uma apresentação sobre a história da empresa, sua capacidade fabril e os projetos em andamento. Seixas disse a Almeida que é importante que uma estatal como a Nuclep mantenha aproximação o com a prefeitura, pois, no seu entendimento, o crescimento de uma implica no da outra: “A Nuclep gera mais empregos e desenvolvimento econômico para cidade e região”, ressaltou. Foi a primeira vez de Almeida nas instalações. Ele também conheceu os principais projetos desenvolvidos e ficou surpreso com a capacidade da estatal. Segundo informações da assessoria de imprensa da Nuclep, Valter agradeceu a recepção atenciosa, afirmou que a conversa foi interessante e informativa e enalteceu: "Me sinto orgulhoso de ter uma empresa tão imponente e humana no nosso município. Que venha mais crescimento e frutos para a região!".
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