Reprodução: Defesa Aérea e Naval A NUCLEP recebeu nesta terça-feira (23), autoridades do Programa de Desenvolvimento de Submarinos (PROSUB), que acompanharam no piso fabril da empresa, o andamento da obra de fabricação para a Amazul, do chamado Bloco 40, parte do reator do Laboratório de Geração de Energia Nucleoelétrica (LABGENE), que está sendo construído pelo Centro Tecnológico da Marinha em São Paulo (CTMSP). Com capacidade e experiência reconhecidas pela Marinha do Brasil , a NUCLEP está em processo de fabricação, montagem e fornecimento do vaso (cilindro) e estruturas internas de contenção, além do tanque de blindagem primária do Laboratório de Geração de Energia Nucleoelétrica, protótipo em terra e em escala real, dos sistemas de propulsão que serão instalados no primeiro Submarino de Propulsão Nuclear do país. Recebidos pelo presidente da NUCLEP, C.Alte. (RM-1) Carlos Henrique Silva Seixas, e sua diretoria, a comitiva, formada pelos diretores do CTMSP, V.Alte Noriaki, DDNM, V.Alte (EN) Guilherme; pelo Coordenador-Geral da COGESN, V.Alte (RM1/EN) Neves, pelo Diretor do CDS, C.Alte Antoun, e pelos Gerentes de Empreendimento Modular de Obtenção de Submarinos, C.Alte Koga, e do EM-19, C. Alte José Gentile, que assistiram ainda a uma apresentação pela diretoria Industrial da NUCLEP, que detalhou as etapas da obra.
Reprodução: O Petróleo Uma comitiva do PROSUB (Programa de Desenvolvimento de Submarinos da Marinha) visitou na última terça-feira (23), as instalações da NUCLEP para acompanhar a obra de fabricação do protótipo do reator nuclear que está sendo desenvolvido no Centro Tecnológico da Marinha, em São Paulo para AMAZUL. O projeto é chamado Labgne (Laboratório de Geração de Energia Nucleoelétrica), e foi criado como um protótipo, em terra e em escala real, dos sistemas de propulsão que serão instalados no submarino. O reator está em processo de fabricação, montagem e fornecimento do vaso, estruturas internas de contenção, e também do tanque de blindagem primária. O Langne da Nuclep permite a simulação com segurança, sendo assim, antes de sua instalação no submarino com propulsão nuclear, da operação do reator e dos diversos sistemas eletrônicos a ele integrados. A comitiva foi recebida pelo presidente da empresa, C.Alte. (RM-1) Carlos Henrique Silva Seixas, e os diretores Industrial, CMG/EN Affonso Alves, e Comercial, Nicola Mirto Neto. A comitiva do PROSUB foi formada por diretor do Centro Tecnológico da Marinha de São Paulo (CTMSP), V.Alte Noriaki Wada, o Diretor de Desenvolvimento Nuclear da Marinha, V.Alte (EN) Guilherme Dionizio Alves, o Coordenador-Geral do Programa de Desenvolvimento de Submarino com Propulsão Nuclear, V.Alte (RM1/ EN) Sydney dos Santos Neves, o Diretor do Centro de Desenvolvimento de Submarinos, C.Alte Flávio Antoun Netto, o Gerente do Empreendimento Modular de Obtenção de Submarinos, C.Alte Celso Mizutani Koga, e o Gerente do Empreendimento Modular de Obtenção da Infraestrutura Industrial Naval de Itaguaí,…
Reprodução: Poder Naval A NUCLEP recebeu nessa terça-feira (23), autoridades do Programa de Desenvolvimento de Submarinos da Marinha (PROSUB), que estiveram de perto, no piso fabril da empresa, acompanhando a obra para AMAZUL – Amazônia Azul Tecnologias de Defesa S.A., de fabricação do chamado Bloco 40, parte do protótipo do reator nuclear que está sendo desenvolvido no Centro Tecnológico da Marinha em São Paulo (CTMSP). Com capacidade e experiência reconhecidas pela Marinha, a NUCLEP está em processo de fabricação, montagem e fornecimento do vaso (cilindro) e estruturas internas de contenção, além do tanque de blindagem primária do chamado LABGENE – Laboratório de Geração de Energia Nucleoelétrica, concebido como um protótipo, em terra e em escala real, dos sistemas de propulsão que serão instalados no SN-BR (submarino com propulsão nuclear). Parte essencial do Programa Nuclear da Marinha, o LABGENE tem como função permitir a simulação, em condições ótimas de segurança, da operação do reator e dos diversos sistemas eletrônicos a ele integrados, antes de sua instalação no submarino com propulsão nuclear. As autoridades, recebidas pelo presidente da empresa, C.Alte. (RM-1) Carlos Henrique Silva Seixas, e os diretores Industrial, CMG/EN Affonso Alves, e Comercial, Nicola Mirto Neto, além de visitarem as instalações fabris da empresa, assistiram a uma apresentação pela diretoria Industrial da NUCLEP, que detalhou as etapas e o andamento para a entrega do Bloco 40 à AMAZUL. Formavam a comitiva, o diretor do Centro Tecnológico da Marinha de São Paulo (CTMSP), V.Alte Noriaki Wada, o Diretor de Desenvolvimento Nuclear da…
Em entrevista ao jornalista Luciano Costa, da Reuters, o presidente da empresa, C.Alte RM1 Carlos Henrique Silva Seixas fala sobre o início da operação da Nuclep como Linha de Produção de Torres de Transmissão de Energia e como a nova atividade da caldeiraria viabilizará sua independência financeira. “Nossa ideia é partir neste ano de um faturamento de mais de 100 milhões de reais, para chegar ano que vem a 240 milhões. Dependendo da demanda, poderíamos chegar a talvez 300 milhões em 2022", afirmou à Reuters.
Reprodução: Petronotícias - Davi de Souza   O Programa de Desenvolvimento de Submarinos (PROSUB) da Marinha do Brasil terá novos e importantes avanços ao longo de 2020. Nesta terça-feira (28), o Petronotícias publica uma entrevista exclusiva com o Diretor-Geral de Desenvolvimento Nuclear e Tecnológico da Marinha, Almirante de Esquadra Marcos Sampaio Olsen. À frente do órgão desde o ano passado, ele detalha quais foram os avanços obtidos no primeiro ano de sua gestão e revela os próximos passos: a ativação da Base de Submarinos da Ilha da Madeira; a transferência do Submarino “Riachuelo” para o Setor Operativo; o lançamento ao mar do Submarino “Humaitá”; e a união das seções de casco do Submarino “Tonelero”. Sobre submarino nuclear, Olsen afirma que o projeto “entra na fase inicial do seu projeto de detalhamento, o que inclui arranjos dimensionais internos e cálculos de pesos e de deslocamento total, além de ajustes de estabilidade”. O Almirante também contou que a Marinha está desenvolvendo a capacidade de projetar e construir pequenos reatores nucleares no Brasil. “Esses reatores poderão ser utilizados tanto na propulsão de submarinos quanto em centrais nucleares para a produção de energia elétrica e dessalinização de água, em regiões não atendidas pela rede nacional de distribuição de energia”, explicou.
Reprodução: Valor Econômico - Rodrigo Polito Incluída no Programa Nacional de Desestatização (PND), a Nuclebrás Equipamentos Pesados (Nuclep) teve sua previsão de privatização adiada pelo governo, de janeiro de 2021 para o segundo trimestre do mesmo ano, devido aos efeitos da crise. Para o presidente da Companhia, Carlos Henrique Seixas, a depender do modelo que for adotado pelo governo, o processo pode ser benéfico à empresa, cuja fábrica, localizada em Itaguaí, no Litoral Sul do Estado do Rio de Janeiro, completará 40 anos de funcionamento nesta semana.
Reprodução: Canal Energia Já consolidada nos equipamentos pesados para a área nuclear, a Nuclep vê na transmissão um promissora nicho de atuação. A empresa, que completou 60 anos recentemente, começou este mês a linha de produção para torres de transmissão e já conta com Neoenergia e Tabocas como clientes. A previsão é que em 2022 ela chegue a ter faturamento de até R$ 300 milhões. De acordo com Carlos Henrique Silva Seixas, presidente da Nuclep, a empresa desde a sua criação já contava com uma mão de obra bastante qualificada, o que facilitou a diversificação do negócio. “A expectativa é super positiva para esse mercado de torres”, afirma.
Reprodução: Tabocas Já consolidada nos equipamentos pesados para a área nuclear, a Nuclep vê na transmissão um promissora nicho de atuação. A empresa, que completou 60 anos recentemente, começou este mês a linha de produção para torres de transmissão e já conta com Neoenergia e Tabocas como clientes. A previsão é que em 2022 ela chegue a ter faturamento de até R$ 300 milhões. De acordo com Carlos Henrique Silva Seixas, presidente da Nuclep, a empresa desde a sua criação já contava com uma mão de obra bastante qualificada, o que facilitou a diversificação do negócio. “A expectativa é super positiva para esse mercado de torres”, afirma.
Reprodução: Petronotícias O Gerente de Riscos e Conformidades da NUCLEP, Gustavo Pereira, foi destaque no Congresso Internacional da Juventude Nuclear 2020, em Sidney, Austrália, onde apresentou o trabalho “Análise de Remolhamento de um Combustível em Placas Planas Utilizando o Modelo de Parâmetros Concentrados Aperfeiçoado.” Gustavo também é engenheiro Nuclear e diretor de Comunicação Externa da Young Generation Network – YGN- órgão ligado ao The Nuclear Institute. O trabalho que apresentou foi desenvolvido junto ao Programa de Engenharia Nuclear da COPPE/UFRJ.
Reprodução: Jornal Atual O gerente de Riscos e Conformidades da Nuclep, Gustavo Pereira é também engenheiro nuclear e diretor de Comunicação Externa da Young Generation Network (YGN), órgão ligado ao The Nuclear Institute. Em março deste ano, representando a empresa, ele apresentou no Congresso Internacional da Juventude Nuclear 2020, em Sidney, Austrália, o artigo “Análise de Remolhamento de um Combustível em Placas Planas Utilizando o Modelo de Parâmetros Concentrados Aperfeiçoado”, que desenvolveu junto ao Programa de Engenharia Nuclear do Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro.
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