Reprodução: Jornal Atual Ambos foram convidados para evento que deu início à montagem do reator do Labgene DEFESA NACIONAL Foi realizada, na quinta-feira (21), a cerimônia que marcou o início da montagem do reator do Laboratório de Geração de Energia Nucleoéletrica (Labgene), protótipo em tamanho real do futuro submarino brasileiro movido a propulsão nuclear, que se chamará Álvaro Alberto e faz parte do Programa de Desenvolvimento de Submarinos da Marinha do Brasil (Prosub). O evento foi realizado na cidade de Iperó, no Centro Tecnológico da Marinha, em São Paulo e contou com a presença do presidente da República, Jair Bolsonaro e de diversas autoridades da Marinha. Esteve presente também o presidente da Nuclep, Carlos Henrique Silva Seixas, que em conversa com o presidente Bolsonaro destacou a participação da empresa de caldeiraria na produção de equipamentos que foram destinados ao reator. “O vaso do reator instalado aqui no Labgene foi construído pela Nuclep e o bloco onde ele será alojado já está sendo confeccionado, neste exato momento, dentro do galpão da empresa, em Itaguaí. Nossos funcionários já estão preparando o nosso piso fabril para receber o bloco onde ficará o legítimo reator nuclear do Álvaro Alberto”, disse Seixas ao presidente da República.
Reprodução: Click Petróleo e Gás Não é todo dia que recebemos a noticia de que um submarino com propulsão nuclear foi criado, não é mesmo? O Primeiro da linha construído pela ICN e NUCLEP recebeu o seu nome em homenagem ao vice-almirante da Marinha do Brasil   O primeiro submarino com propulsão nuclear construído pela ICN e NUCLEP recebeu o nome de “Álvaro Alberto”, em homenagem ao vice-almirante da Marinha do Brasil e cientista brasileiro – Álvaro Alberto da Mota e Silva. A cerimônia aconteceu no complexo do Laboratório de Geração Nucleoelétrica (Labgene), onde o protótipo está sendo construído. O inicio da criação do Submarino Nuclear pela ICN e NUCLEP   O início da montagem do reator corresponderá ao chamado “batimento de quilha”, tradição naval que representa o início da construção de um navio.   Nas próximas etapas do programa, o reator, os turbogeradores, o motor elétrico e outros sistemas similares aos de um submarino com propulsão nuclear serão testados de forma controlada no Labgene, com objetivo principal de se validar, de forma segura, a operação do reator e dos diversos sistemas eletromecânicos a ele integrados, antes de sua instalação a bordo do submarino. Todos esses procedimentos são realizados pela ICN.   Ao final dos testes ICN, um reator similar ao que começa a ser montado no Labgene será instalado no submarino “Álvaro Alberto”, no Complexo Naval de Itaguaí, Sul do estado do Rio de Janeiro, onde já estão sendo construídos ou testados os quatro submarinos com propulsão diesel elétrica…
Reprodução: Defesanet Presidente da NUCLEP Fala ao Presidente Bolsonaro sobre orgulho da Parceria da empresa com os Projetos da MARINHA e a atuação no PROSUB O presidente da NUCLEP, C.Alte Carlos Henrique Silva Seixas, participou,  no dia 21OUT2020, no Centro Tecnológico da Marinha em São Paulo (CTMSP), em Iperó, nas presenças das mais reverenciadas autoridades do Programa Nuclear da Marinha, de um dos momentos mais marcantes para atuação do Laboratório de Geração de Energia Nucleoelétrica (LABGENE), protótipo em tamanho real do futuro submarino de Propulsão Nuclear Almirante  Álvaro Alberto. O evento contou com o prestígio do presidente da República, Jair Messias Bolsonaro, que, à convite do Comandante da Marinha, Alt. Esq Ilques Barbosa Junior e do do Diretor do Centro Tecnológico da Marinha em São Paulo, Almirante Noriaki Waga, acompanhados ainda, do Diretor de Desenvolvimento Nuclear e de Tecnologia da Marinha, Alt. Esq. Marcos Sampaio Olsen, celebrou o início da montagem do reator no LABGENE. O presidente da NUCLEP, C.Alte Seixas, emocionado, já que o vaso do reator foi construído pela empresa, assim como o ‘Bloco 40’ está sendo, explicou que essa etapa equivale ao batimento de uma quilha que marca o início da construção de um navio. “No projeto do submarino esse começo é marcado pela instalação de uma base de aço que será a base do reator nuclear”, disse. Durante a visita às instalações do LABGENE, o presidente, C.Alte Seixas, contou ao presidente Jair Bolsonaro sobre os 40 anos que unem a empresa à Marinha e o orgulho…
Reprodução: Petronotícias A NUCLEP  já está preparada para dar prosseguimento ao projeto de construção do primeiro submarino nuclear brasileiro, o “Álvaro Alberto”. O bloco onde ele será alojado o vaso do reator  já está sendo confeccionado nesse dentro do galpão da empresa, em Itaguaí, no Rio de Janeiro.  Alguns funcionários também preparam  o  piso fabril para receber o Bloco onde ficará o legítimo reator nuclear do SN-BR. O Presidente da NUCLEP, Almirante Carlos Seixas, esteve com o Presidente Jair Bolsonaro no Centro Tecnológico da Marinha em São Paulo (CTMSP), em Iperó, para o lançamento do protótipo em tamanho real do futuro submarino de Propulsão Nuclear brasileiro, com tecnologia francesa. Também estiveram no Laboratório de Geração de Energia Nucleoelétrica (Labgene), o Comandante da Marinha, Almirante de Esquadra Ilques Barbosa Junior, o Diretor do Centro Tecnológico da Marinha em São Paulo, Almirante Noriaki Waga, acompanhados ainda, do Diretor de Desenvolvimento Nuclear e de Tecnologia da Marinha, Almirante de Esquadra Marcos Sampaio Olsen, E o Ministro da Ciência e Tecnologia, Marcos Pontes. Todos celebraram o início da montagem do reator no Labgene. O Almirante Seixas, em conversa com o Presidente  lembrou que o vaso do reator foi construído pela empresa, assim como o ‘Bloco 40’ está sendo montado. Ele  explicou que essa etapa equivale ao batimento de uma quilha,  que marca o início da construção de um navio. “No projeto do submarino esse começo é marcado pela instalação de uma base de aço que será a base do reator nuclear”, disse. Falou também sobre os 40 anos que unem a empresa à Marinha e o…
Reprodução: O DIA   ITAGUAÍ - As Gerências de Segurança do Trabalho (AST), Meio Ambiente (ASM) e Infraestrutura e Logística (AIS) da Nuclep em Itaguaí realizaram na quarta-feira (14) um mutirão de limpeza no manguezal situado no entorno do terminal portuário da empresa, que resultou na retirada de 147 kg de lixo presentes no local. Para a gerente de Meio Ambiente, Viviane Montebello, o avanço da ocupação urbana ao redor do Terminal e o aumento de resíduos gerados pela população é nítido: “Além de causar poluição visual, os resíduos geram a proliferação de pragas e vetores, contaminam o manguezal e afetam inúmeras espécies que sobrevivem dele. Além disso, as inúmeras construções irregulares vêm gerando o soterramento do manguezal”, lamentou. A empresa divulgou que a preocupação e compromisso com o aumento da sustentabilidade faz parte da cultura da Nuclep para garantir a preservação do meio ambiente e os cuidados necessários com o entorno da Baía. Para isso, durante todo o ano, as gerências realizam diversas ações de conscientização junto às comunidades e também nas escolas do município.
Reprodução: Petronotícias   Vivendo um novo momento dentro do Programa Nuclear da Marinha, a Nuclep e a Amazul estão estreitando os laços. Nesta semana, as diretorias Administrativa e Financeira das empresas se reuniram em Itaguaí, na sede da Nuclep, para trocar experiências e alinhar melhor o operacional dos bastidores dessa aliança. A Nuclep é a fabricante para a Amazul do Bloco 40, parte do protótipo da planta nuclear do futuro submarino com propulsão nuclear brasileiro (SN-BR), que está sendo desenvolvido no Centro Tecnológico da Marinha em São Paulo (CTMSP). Durante a reunião, o presidente da Nuclep, contra almirante Carlos Seixas, fez uma apresentação da empresa para a comitiva da Amazul. Depois, uma parte do grupo visitou o piso fabril da caldeiraria, onde estão sendo fabricados os equipamentos do Bloco 40. A outra parte da comitiva ficou reunida com o gerente geral de Planejamento e Finanças da NUCLEP, Genildo Araujo. Ele destacou que a troca de experiências e conhecimentos na área administrativa e financeira é muito importante para a companhia.
Reprodução: Petronotícias As últimas semanas têm sido de muito trabalho e boas notícias para a Nuclep. De um lado, a empresa se prepara para receber, nas próximas semanas, o maquinário necessário para aumentar sua linha de produção de torres de transmissão. De acordo com o presidente da Nuclep, Almirante Carlos Seixas, a expectativa é iniciar a operação dos novos equipamentos já no final de outubro. “Agora, com essas cinco novas máquinas, vamos duplicar nossa capacidade de produção”, explicou. Como se sabe, a companhia entrou neste nicho de mercado, em meados do ano passado, para diversificar sua geração de receitas. Enquanto isso, o presidente da empresa esteve recentemente em Aramar (SP) para acompanhar as obras do Laboratório de Geração de Energia Nucleoelétrica (Labgene) – protótipo dos sistemas de propulsão do submarino nuclear brasileiro (SN-BR). A Nuclep está envolvida no desenvolvimento do chamado Bloco 40 do empreendimento. Neste momento, a companhia está construindo os equipamentos desta seção em Itaguaí (RJ) e paralelamente avança na parte estrutural em Aramar. A primeira etapa da construção do Bloco 40 deve ser finalizada já no primeiro semestre do ano que vem. Por fim, Seixas ainda falou da expectativa da Nuclep em participar das obras de instalação dos condensadores da Usina Nuclear de Angra 3. Quais os avanços mais recentes dentro do Bloco 40 do Labgene? No último dia 18, eu estive em Aramar, onde a Nuclep já começou a fazer as bases do Bloco 40 do Labgene. A última vez em que estive no Labgene foi no ano passado. Fiquei surpreendido…
Reprodução: Petronoticias Com os últimos dias recheados de importantes novidades para a Nuclep, o presidente da empresa, almirante Carlos Henrique Silva Seixas, e o diretor industrial Wallace Affonso visitaram recentemente o Centro Tecnológico da Marinha em São Paulo (CTMSP) e o Centro Industrial de Aramar (CINA), localizado em Iperó (SP). Os executivos da Nuclep foram recebidos pelo diretor do CTMSP, o vice-almirante Noriaki Wada, além de autoridades do Programa de Submarinos da Marinha (PROSUB). Durante a visita, a comitiva acompanhou os avanços nas instalações do Laboratório de Geração de Energia Nucleoelétrica (Labgene). A Nuclep está à frente da construção do chamado Bloco 40, reator do Labgene, protótipo em tamanho real do que será o primeiro Submarino de Propulsão Nuclear do Brasil. “Temos imenso orgulho de construirmos a Seção do Bloco 40 do Labgene, parte essencial do Programa Nuclear da Marinha. A Marinha sempre contribuiu para o desenvolvimento da Nuclep como indústria de base nacional e que nos permitissem avançar com nossa expertise tecnológica, representatividade e importância relevantes ao cenário Nuclear do nosso país”, comentou o presidente da Nuclep. Conforme noticiamos, a Nuclep também anunciou nos últimos dias o início da entrega de oito acumuladores encomendados pela Eletronuclear para a usina nuclear de Angra 3. Dois dos equipamentos já saíram do parque fabril da empresa com destino à Angra dos Reis.
Reprodução: Defesa Aérea e Naval O presidente da NUCLEP, C. Alte (RM1) Carlos Henrique Silva Seixas, e seu Diretor Industrial, CMG/EN Wallace Affonso, foram recebidos na última sexta-feira (18), pelo Diretor do Centro Tecnológico da Marinha de São Paulo, V.Alte Noriaki Wada, e autoridades do PROSUB, para visita ao CTMSP e ao Centro Industrial de Aramar (CINA), localizado em Iperó, em São Paulo. Lá conferiram os avanços nas instalações do Laboratório de Geração de Energia Nucleoelétrica e acompanharam de perto o trabalho da NUCLEP à frente da construção do BLOCO 40 do reator do Labgene, protótipo em tamanho real do que será o primeiro Submarino de Propulsão Nuclear do Brasil. “Temos imenso orgulho de construirmos a Seção do Bloco 40 do Labgene, parte essencial do Programa Nuclear da Marinha. A Marinha sempre contribuiu para o desenvolvimento da NUCLEP como indústria de base nacional e que nos permitissem avançar com nossa expertise tecnológica, representatividade e importância relevantes ao cenário Nuclear do nosso país”, celebrou o C. Alte Seixas.
Reprodução: Click Petroleo e Gas Dois acumuladores (JNG 12 e JNG 21) já deixaram o parque fabril da Nuclep com destino ao almoxarifado geral da usina nuclear de Angra 3. A previsão é que os outros seis equipamentos sejam entregues à Eletronuclear até o final de 2021. “Um projeto como esse, com requisitos nucleares de categoria I, que é o Core Business da nossa empresa, e demanda mão de obra especializada com qualificações específicas de fabricação, não há hoje viabilidade de execução em nenhuma empresa de caldeiraria comum. O que ressalta e evidencia o papel fundamental da Nuclep no Programa Nuclear Brasileiro”, comentou o presidente da empresa, almirante Carlos Henrique Silva Seixas, em entrevista exclusiva ao Petronotícias Sobre os equipamentos Os acumuladores que fazem parte do sistema de resfriamento da usina, são equipamentos de sistema passivo, isto é, independe de energia elétrica, que em caso de emergência, o mesmo despeja água pressurizada rica em boro no circuito do reator para efetuar o resfriamento. Com 22 toneladas e cerca de 14,2 metros de comprimento, cada um dos equipamentos tem capacidade máxima em operação de 34m³ e 56 toneladas. Além dos acumuladores, a Nuclep também está construindo para a usina nuclear Angra 3 os condensadores, componentes responsáveis pelo resfriamento do circuito secundário (água que não passa pelo reator).
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