Reprodução: O DIA   ITAGUAÍ - As Gerências de Segurança do Trabalho (AST), Meio Ambiente (ASM) e Infraestrutura e Logística (AIS) da Nuclep em Itaguaí realizaram na quarta-feira (14) um mutirão de limpeza no manguezal situado no entorno do terminal portuário da empresa, que resultou na retirada de 147 kg de lixo presentes no local. Para a gerente de Meio Ambiente, Viviane Montebello, o avanço da ocupação urbana ao redor do Terminal e o aumento de resíduos gerados pela população é nítido: “Além de causar poluição visual, os resíduos geram a proliferação de pragas e vetores, contaminam o manguezal e afetam inúmeras espécies que sobrevivem dele. Além disso, as inúmeras construções irregulares vêm gerando o soterramento do manguezal”, lamentou. A empresa divulgou que a preocupação e compromisso com o aumento da sustentabilidade faz parte da cultura da Nuclep para garantir a preservação do meio ambiente e os cuidados necessários com o entorno da Baía. Para isso, durante todo o ano, as gerências realizam diversas ações de conscientização junto às comunidades e também nas escolas do município.
Reprodução: Petronotícias   Vivendo um novo momento dentro do Programa Nuclear da Marinha, a Nuclep e a Amazul estão estreitando os laços. Nesta semana, as diretorias Administrativa e Financeira das empresas se reuniram em Itaguaí, na sede da Nuclep, para trocar experiências e alinhar melhor o operacional dos bastidores dessa aliança. A Nuclep é a fabricante para a Amazul do Bloco 40, parte do protótipo da planta nuclear do futuro submarino com propulsão nuclear brasileiro (SN-BR), que está sendo desenvolvido no Centro Tecnológico da Marinha em São Paulo (CTMSP). Durante a reunião, o presidente da Nuclep, contra almirante Carlos Seixas, fez uma apresentação da empresa para a comitiva da Amazul. Depois, uma parte do grupo visitou o piso fabril da caldeiraria, onde estão sendo fabricados os equipamentos do Bloco 40. A outra parte da comitiva ficou reunida com o gerente geral de Planejamento e Finanças da NUCLEP, Genildo Araujo. Ele destacou que a troca de experiências e conhecimentos na área administrativa e financeira é muito importante para a companhia.
Reprodução: Petronotícias As últimas semanas têm sido de muito trabalho e boas notícias para a Nuclep. De um lado, a empresa se prepara para receber, nas próximas semanas, o maquinário necessário para aumentar sua linha de produção de torres de transmissão. De acordo com o presidente da Nuclep, Almirante Carlos Seixas, a expectativa é iniciar a operação dos novos equipamentos já no final de outubro. “Agora, com essas cinco novas máquinas, vamos duplicar nossa capacidade de produção”, explicou. Como se sabe, a companhia entrou neste nicho de mercado, em meados do ano passado, para diversificar sua geração de receitas. Enquanto isso, o presidente da empresa esteve recentemente em Aramar (SP) para acompanhar as obras do Laboratório de Geração de Energia Nucleoelétrica (Labgene) – protótipo dos sistemas de propulsão do submarino nuclear brasileiro (SN-BR). A Nuclep está envolvida no desenvolvimento do chamado Bloco 40 do empreendimento. Neste momento, a companhia está construindo os equipamentos desta seção em Itaguaí (RJ) e paralelamente avança na parte estrutural em Aramar. A primeira etapa da construção do Bloco 40 deve ser finalizada já no primeiro semestre do ano que vem. Por fim, Seixas ainda falou da expectativa da Nuclep em participar das obras de instalação dos condensadores da Usina Nuclear de Angra 3. Quais os avanços mais recentes dentro do Bloco 40 do Labgene? No último dia 18, eu estive em Aramar, onde a Nuclep já começou a fazer as bases do Bloco 40 do Labgene. A última vez em que estive no Labgene foi no ano passado. Fiquei surpreendido…
Reprodução: Petronoticias Com os últimos dias recheados de importantes novidades para a Nuclep, o presidente da empresa, almirante Carlos Henrique Silva Seixas, e o diretor industrial Wallace Affonso visitaram recentemente o Centro Tecnológico da Marinha em São Paulo (CTMSP) e o Centro Industrial de Aramar (CINA), localizado em Iperó (SP). Os executivos da Nuclep foram recebidos pelo diretor do CTMSP, o vice-almirante Noriaki Wada, além de autoridades do Programa de Submarinos da Marinha (PROSUB). Durante a visita, a comitiva acompanhou os avanços nas instalações do Laboratório de Geração de Energia Nucleoelétrica (Labgene). A Nuclep está à frente da construção do chamado Bloco 40, reator do Labgene, protótipo em tamanho real do que será o primeiro Submarino de Propulsão Nuclear do Brasil. “Temos imenso orgulho de construirmos a Seção do Bloco 40 do Labgene, parte essencial do Programa Nuclear da Marinha. A Marinha sempre contribuiu para o desenvolvimento da Nuclep como indústria de base nacional e que nos permitissem avançar com nossa expertise tecnológica, representatividade e importância relevantes ao cenário Nuclear do nosso país”, comentou o presidente da Nuclep. Conforme noticiamos, a Nuclep também anunciou nos últimos dias o início da entrega de oito acumuladores encomendados pela Eletronuclear para a usina nuclear de Angra 3. Dois dos equipamentos já saíram do parque fabril da empresa com destino à Angra dos Reis.
Reprodução: Defesa Aérea e Naval O presidente da NUCLEP, C. Alte (RM1) Carlos Henrique Silva Seixas, e seu Diretor Industrial, CMG/EN Wallace Affonso, foram recebidos na última sexta-feira (18), pelo Diretor do Centro Tecnológico da Marinha de São Paulo, V.Alte Noriaki Wada, e autoridades do PROSUB, para visita ao CTMSP e ao Centro Industrial de Aramar (CINA), localizado em Iperó, em São Paulo. Lá conferiram os avanços nas instalações do Laboratório de Geração de Energia Nucleoelétrica e acompanharam de perto o trabalho da NUCLEP à frente da construção do BLOCO 40 do reator do Labgene, protótipo em tamanho real do que será o primeiro Submarino de Propulsão Nuclear do Brasil. “Temos imenso orgulho de construirmos a Seção do Bloco 40 do Labgene, parte essencial do Programa Nuclear da Marinha. A Marinha sempre contribuiu para o desenvolvimento da NUCLEP como indústria de base nacional e que nos permitissem avançar com nossa expertise tecnológica, representatividade e importância relevantes ao cenário Nuclear do nosso país”, celebrou o C. Alte Seixas.
Reprodução: Click Petroleo e Gas Dois acumuladores (JNG 12 e JNG 21) já deixaram o parque fabril da Nuclep com destino ao almoxarifado geral da usina nuclear de Angra 3. A previsão é que os outros seis equipamentos sejam entregues à Eletronuclear até o final de 2021. “Um projeto como esse, com requisitos nucleares de categoria I, que é o Core Business da nossa empresa, e demanda mão de obra especializada com qualificações específicas de fabricação, não há hoje viabilidade de execução em nenhuma empresa de caldeiraria comum. O que ressalta e evidencia o papel fundamental da Nuclep no Programa Nuclear Brasileiro”, comentou o presidente da empresa, almirante Carlos Henrique Silva Seixas, em entrevista exclusiva ao Petronotícias Sobre os equipamentos Os acumuladores que fazem parte do sistema de resfriamento da usina, são equipamentos de sistema passivo, isto é, independe de energia elétrica, que em caso de emergência, o mesmo despeja água pressurizada rica em boro no circuito do reator para efetuar o resfriamento. Com 22 toneladas e cerca de 14,2 metros de comprimento, cada um dos equipamentos tem capacidade máxima em operação de 34m³ e 56 toneladas. Além dos acumuladores, a Nuclep também está construindo para a usina nuclear Angra 3 os condensadores, componentes responsáveis pelo resfriamento do circuito secundário (água que não passa pelo reator).
Reprodução: Poder Naval   O presidente da NUCLEP, C. Alte (RM1) Carlos Henrique Silva Seixas, e seu Diretor Industrial, CMG/EN Wallace Affonso, foram recebidos na última sexta-feira (18), pelo Diretor do Centro Tecnológico da Marinha de São Paulo, V.Alte Noriaki Wada, e autoridades do PROSUB, para visita ao CTMSP e ao Centro Industrial de Aramar (CINA), localizado em Iperó, em São Paulo. Lá conferiram os avanços nas instalações do Laboratório de Geração de Energia Nucleoelétrica e acompanharam de perto o trabalho da NUCLEP à frente da construção do BLOCO 40, reator do Labgene, protótipo em tamanho real do que será o primeiro Submarino de Propulsão Nuclear do Brasil. “Temos imenso orgulho de construirmos a Seção do Bloco 40 do Labgene, parte essencial do Programa Nuclear da Marinha. A Marinha sempre contribuiu para o desenvolvimento da NUCLEP como indústria de base nacional e que nos permitissem avançar com nossa expertise tecnológica, representatividade e importância relevantes ao cenário Nuclear do nosso país”, celebrou o C. Alte Seixas.
Reprodução: MEGAWHAT A Nuclebrás Equipamentos Pesados (Nuclep) iniciou esta semana a entrega dos oito acumuladores encomendados pela Eletronuclear para a usina nuclear de Angra 3. As duas primeiras peças já deixaram o parque fabril da Nuclep. A expectativa é que os últimos seis equipamentos sejam entregues à subsidiária da Eletrobras até o fim do ano. Os acumuladores possuem cerca de 14,2 metros de comprimento e pesam aproximadamente 22 toneladas. Eles são tanques que acumulam água pressurizada rica em boro, com a função de neutralizar as reações e ser descarregada imediatamente no circuito do reator para resfriamento emergencial. A Nuclep também trabalha na fabricação dos condensadores de Angra 3, componentes responsáveis pelo resfriamento do circuito secundário da usina.  
Reprodução: PetroNotícias Novidades nos preparativos para a retomada das obras de Angra 3. A Nuclep começou a entrega de oito acumuladores encomendados pela Eletronuclear para a usina. Nos últimos dias, dois dos equipamentos (JNG 12 e JNG 21) já deixaram o parque fabril da Nuclep com destino ao almoxarifado geral de Angra 3. Até o final do ano, todos os acumuladores deverão ser entregues à Eletronuclear. “Um projeto como esse, com requisitos nucleares de categoria I, que é o Core Business da nossa empresa, e demanda mão de obra especializada com qualificações específicas de fabricação, não há hoje viabilidade de execução em nenhuma empresa de caldeiraria comum. O que ressalta e evidencia o papel fundamental da Nuclep no Programa Nuclear Brasileiro”, comentou  o presidente da empresa, almirante Carlos Henrique Silva Seixas. Os acumuladores possuem cerca de 14,2 metros de comprimento e pesam 22 toneladas. Cada um deles tem capacidade máxima em operação de 34m³ e 56 toneladas. Esses equipamentos serão usados no sistema de resfriamento da usina. Em caso de um evento emergencial, eles despejam água pressurizada rica em boro no circuito do reator para resfriamento. Trata-se de um sistema passivo, isto é, independe de energia elétrica. Além da guarda e preservação dos equipamentos principais do seu circuito primário – água que passa pelo reator-, a Nuclep também está trabalhando na fabricação dos condensadores, componentes responsáveis pelo resfriamento do circuito secundário da usina – água que não passa pelo reator.
Reprodução: Usinagem Brasil Estatal vinculada ao Ministério de Minas e Energia, a Nuclep - Nuclebrás Equipamentos Pesados acaba de concluir o projeto de modernização de seu torno vertical de grande porte, considerado um dos maiores do mundo. Com mesa de 7.500 mm de diâmetro, a máquina suporta até 500 toneladas e é capaz de usinar peças com diâmetros até 16 mil mm e 10.500 mm de altura. O torno modelo 80DV, fabricado pela alemã Schiess Froriep, foi adquirido em 1982, dois anos após o inicio das atividades da Nuclep, criada para atender ao Programa Nuclear Brasileiro. Depois de mais de 30 anos em operação nas instalações da empresa em Itaguaí (RJ),  tendo sido utilizada inclusive  para a produção de peças para turbinas de hidrelétricas,  a máquina começou a apresentar defeitos que comprometiam a segurança das operações, como acionamentos e disparos sem o comando dos operadores. Por isso, desde julho de 2013, o torno estava fora de operação. A modernização foi iniciada, pela equipe da Nuclep, há aproximadamente dois anos. Com investimento de cerca de R$ 600 mil, a modernização envolveu a atualização do CNC (Z32, da D.Electron); reparos no motor elétrico Siemens 6.3 kW, responsável pelo movimento de inclinação “Swivel”; reparos no motor elétrico AEG, responsável pelo movimento de subida e descida da coluna; reparos nos motores do sistema hidráulico, além de ajustes na geometria da máquina e substituição dos encoders incrementais, conectores etc. “O fato de utilizarmos mão de obra da própria Nuclep na modernização reduziu muito os custos,…