Reprodução: O Dia   ITAGUAÍ - A Nuclep iniciou a etapa final de montagem da Torre Regeneradora de DEA (dietanolamina), um equipamento estratégico para a Refinaria Gabriel Passos (Regap), em Betim, Minas Gerais. O tratamento DEA é um processo específico para remoção de H2S, um dos agentes de riscos encontrados em alguns campos de petróleo. Ele também remove CO2, que eventualmente pode ser encontrado na corrente gasosa. A torre pesa aproximadamente 16 toneladas, tem 20.280 mm de comprimento e 1.700 mm de diâmetro interno. Sua fabricação começou no final de 2019, e, mesmo com os percalços causados pela pandemia, a Nuclep faz o possível para honrar o prazo de entrega, que é janeiro de 2021. No início de dezembro de 2020, o projeto está 75% concluído. A entrega do equipamento à Petrobrás ajuda a consolidar a Nuclep no setor nacional de Óleo e Gás, o que é bastante significativo dada a intenção do Ministério de Minas e Energia: a de que o Brasil esteja entre os cinco maiores produtores de Petróleo e Gás do mundo até o ano de 2030.
Reprodução: Petronotícias Pouco mais de 15 dias após terem suas de Torres de Transmissão de Energia aprovadas para produção, a Nuclebras Equipamentos Pesados S.A (NUCLEP) recebeu, nesta semana, o maquinário importado da Itália como investimento para triplicar a sua produção mensal. Há cerca de um mês, a primeira torre estaiada leve de suspensão com 47 metros de altura e 7,7 toneladas de estrutura foi fabricada no piso fabril da NUCLEP e seguiu para a fase de testes em São Paulo. Os testes, tiveram duração de dois dias e a estrutura testada em oito diferentes hipóteses de carregamento, foi aprovada em todas, cumprindo todos os requisitos técnicos e de qualidade estabelecidos. Durante todo processo, os testes foram certificados pelo cliente, importante multinacional da área de energia, pela projetista da estrutura e equipe da NUCLEP. A aprovação do teste permitiu à NUCLEP iniciar a produção em série deste tipo de torre, que compõe parte do escopo do contrato de Torres de Transmissão em execução pela empresa. Essa semana, conforme anunciado anteriormente pelo presidente da NUCLEP, Almirante Carlos Henrique Silva Seixas, chegaram a empresa cinco máquinas importadas da Itália, equipamentos que eram aguardados porque  a perspectiva agora é de triplicar a produção mensal das Torres:  “Com essas novas máquinas, vamos triplicar nossa capacidade de produção. A planta piloto instalada na Nuclep atualmente possui uma capacidade teórica de 1000 toneladas mensais. Com a inclusão das novas máquinas esperamos uma capacidade em corte e furação de cantoneiras e chapas na ordem de adicionais 2000 toneladas mensais, totalizando…
Reprodução: Megawhat A Nuclebrás Equipamentos Pesados (Nuclep) recebeu neste mês os novos equipamentos que permitirão a empresa triplicar a capacidade de sua linha de produção de torres de transmissão, para cerca de 40 mil toneladas/ano. A expectativa, segundo o presidente da Nuclep, Carlos Henrique Silva Seixas, é iniciar a utilização das novas máquinas em dezembro. “Temos a expectativa de que, no início de dezembro, comecemos a produzir nessas máquinas novas e, com isso, conseguiremos triplicar nossa capacidade de produção”, disse o executivo, à MegaWhat. Segundo ele, com a ampliação da capacidade, a companhia buscará agora atender novas encomendas. “Agora, vamos ter a oportunidade de assinar novos contratos”, completou. Além da demanda que deverá surgir do resultado do próximo leilão de linhas de transmissão, marcado para 17 de dezembro e que prevê investimentos de R$ 7,3 bilhões, Seixas diz haver uma demanda reprimida por torres no mercado por projetos já contratados em licitações anteriores. “Quando fizemos um estudo de mercado, em 2019, que não deve ter mudado muito até agora, existiam 200 toneladas de torres sem ter fornecedor para entregar”, explicou o executivo. “Existe uma demanda grande no mercado para que a Nuclep consiga aumentar sua produção”, completou ele, acrescentando que a Nuclep tem planos de ampliar sua capacidade para 60 mil toneladas/ano, até 2023. Seixas também afirmou que, com as novas encomendas, a empresa prevê chegar a 2022 com um volume de receita que elimine a dependência da estatal por recursos do governo federal. “Temos expectativa de que, em 2022,…
Reprodução: O Dia ITAGUAÍ – Sim, a Nuclebrás Equipamentos Pesados (Nuclep) fabrica torres de transmissão e tem atuado no sentido de participar ativamente no mercado de energia. Este objetivo foi traçado desde o anúncio da inserção neste mercado, feito em setembro de 2019 pelo presidente da empresa, contra-almirante Carlos Henrique Silva Seixas. De lá para cá, os produtos da Nuclep têm sido testados e aprovados e, recentemente, com a certificação de um importante cliente – uma multinacional da área de energia – a Nuclep passou a produzir em série este tipo de equipamento. Com a chegada de maquinário encomendado da Itália, a produção vai crescer ainda mais. Com a fábrica em atividade, apoio técnico e comercial da empresa Metha, a Nuclep já conta com uma capacidade de produção acima de mil toneladas de estrutura metálica por mês. Com a capacidade de produção triplicada graças ao novo maquinário, a Nuclep se aproximará mais do faturamento necessário para que a empresa encontre sua perenidade e independência financeira. A nova fábrica de linha de produção de estruturas metálicas para o setor de Energia marca, projeta e consolida a Nuclep oficialmente no neste mercado. NOVAS MÁQUINAS Foram compradas cinco novas máquinas que serão responsáveis pela usinagem dos perfis para a estrutura das torres. Elas vieram da Itália, produzidas pela empresa Ficep e pesam 12 toneladas. Tecnicamente, são chamadas de “centro de furação para perfis estruturais e vigas”. Elas fazem a usinagem dos perfis metálicos ligados a quaisquer componentes metálicos de aço estrutural. Graças à inclusão desses equipamentos…
Reprodução: Jornal Atual   SINAL VERDE A Nuclep divulgou nesta semana que a sua mais nova ‘carta na manga’ para a permanência ativa no mercado nacional e internacional está pronta para ser sacada. Trata-se da produção em massa de torres de transmissão de energia. O primeiro exemplar fabricado pela empresa foi aprovado junto à equipe de técnicos da instituição e também pelos projetistas de uma multinacional, que já tem acordo firmado com a empresa.  Os testes tiveram duração de dois dias e as estruturas foram avaliadas em oito hipóteses diferentes. Uma torre de 47 metros de altura e 7,7 toneladas, que foi construída no piso fabril da empresa, obteve sucesso em todos os cenários avaliados. A aprovação permite à Nuclep dar o pontapé inicial na produção em série do tipo de torre testada, o que consolida o contrato de fabricação e distribuição para um dos maiores grupos do setor elétrico privado do Brasil, mas que não teve o seu nome revelado.  Com o apoio técnico e comercial da parceira Metha, a Nuclep já conta com uma capacidade de produção acima de mil toneladas de estrutura metálica por mês, mas segundo o presidente da empresa, Carlos Seixas, a recente chegada de um maquinário adquirido pela Nuclep irá aumentar massivamente a produção da nova alternativa financeira. “Com essas novas máquinas, vamos triplicar a capacidade de produção. Nossa expectativa era incrementar a capacidade produtiva a partir de setembro, mas por conta do atraso com a pandemia, esperamos conseguir o aumento previsto até o…
Reprodução: Money Times   O Projeto de Decreto Legislativo (PDL) 153/20 susta o Decreto 10.322/20, cujo objetivo é inserir a Nuclebrás Equipamentos Pesados (Nuclep) no Programa Nacional de Desestatização. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. “A importância fundamental da Nuclep ficou ressaltada por seu papel no Programa de Desenvolvimento de Submarinos (Prosub)”, disse o autor, deputado André Figueiredo (PDT-CE). “Desestatizar a empresa não se revela de boa administração”, continuou. A proposta cita que a Nuclep, instalada no Rio de Janeiro, foi responsável pela fabricação do casco de resistência do submarino nuclear Riachuelo (SBR-S40), o primeiro de quatro embarcações a serem construídas como parte de uma política de fortalecimento da soberania naval do País.   Tramitação A proposta será analisada pelas comissões de Minas e Energia; de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio e Serviços e Constituição; e de Justiça e de Cidadania. Depois seguirá para apreciação do Plenário.
Reprodução: Jornal Atual Ambos foram convidados para evento que deu início à montagem do reator do Labgene DEFESA NACIONAL Foi realizada, na quinta-feira (21), a cerimônia que marcou o início da montagem do reator do Laboratório de Geração de Energia Nucleoéletrica (Labgene), protótipo em tamanho real do futuro submarino brasileiro movido a propulsão nuclear, que se chamará Álvaro Alberto e faz parte do Programa de Desenvolvimento de Submarinos da Marinha do Brasil (Prosub). O evento foi realizado na cidade de Iperó, no Centro Tecnológico da Marinha, em São Paulo e contou com a presença do presidente da República, Jair Bolsonaro e de diversas autoridades da Marinha. Esteve presente também o presidente da Nuclep, Carlos Henrique Silva Seixas, que em conversa com o presidente Bolsonaro destacou a participação da empresa de caldeiraria na produção de equipamentos que foram destinados ao reator. “O vaso do reator instalado aqui no Labgene foi construído pela Nuclep e o bloco onde ele será alojado já está sendo confeccionado, neste exato momento, dentro do galpão da empresa, em Itaguaí. Nossos funcionários já estão preparando o nosso piso fabril para receber o bloco onde ficará o legítimo reator nuclear do Álvaro Alberto”, disse Seixas ao presidente da República.
Reprodução: Click Petróleo e Gás Não é todo dia que recebemos a noticia de que um submarino com propulsão nuclear foi criado, não é mesmo? O Primeiro da linha construído pela ICN e NUCLEP recebeu o seu nome em homenagem ao vice-almirante da Marinha do Brasil   O primeiro submarino com propulsão nuclear construído pela ICN e NUCLEP recebeu o nome de “Álvaro Alberto”, em homenagem ao vice-almirante da Marinha do Brasil e cientista brasileiro – Álvaro Alberto da Mota e Silva. A cerimônia aconteceu no complexo do Laboratório de Geração Nucleoelétrica (Labgene), onde o protótipo está sendo construído. O inicio da criação do Submarino Nuclear pela ICN e NUCLEP   O início da montagem do reator corresponderá ao chamado “batimento de quilha”, tradição naval que representa o início da construção de um navio.   Nas próximas etapas do programa, o reator, os turbogeradores, o motor elétrico e outros sistemas similares aos de um submarino com propulsão nuclear serão testados de forma controlada no Labgene, com objetivo principal de se validar, de forma segura, a operação do reator e dos diversos sistemas eletromecânicos a ele integrados, antes de sua instalação a bordo do submarino. Todos esses procedimentos são realizados pela ICN.   Ao final dos testes ICN, um reator similar ao que começa a ser montado no Labgene será instalado no submarino “Álvaro Alberto”, no Complexo Naval de Itaguaí, Sul do estado do Rio de Janeiro, onde já estão sendo construídos ou testados os quatro submarinos com propulsão diesel elétrica…
Reprodução: Defesanet Presidente da NUCLEP Fala ao Presidente Bolsonaro sobre orgulho da Parceria da empresa com os Projetos da MARINHA e a atuação no PROSUB O presidente da NUCLEP, C.Alte Carlos Henrique Silva Seixas, participou,  no dia 21OUT2020, no Centro Tecnológico da Marinha em São Paulo (CTMSP), em Iperó, nas presenças das mais reverenciadas autoridades do Programa Nuclear da Marinha, de um dos momentos mais marcantes para atuação do Laboratório de Geração de Energia Nucleoelétrica (LABGENE), protótipo em tamanho real do futuro submarino de Propulsão Nuclear Almirante  Álvaro Alberto. O evento contou com o prestígio do presidente da República, Jair Messias Bolsonaro, que, à convite do Comandante da Marinha, Alt. Esq Ilques Barbosa Junior e do do Diretor do Centro Tecnológico da Marinha em São Paulo, Almirante Noriaki Waga, acompanhados ainda, do Diretor de Desenvolvimento Nuclear e de Tecnologia da Marinha, Alt. Esq. Marcos Sampaio Olsen, celebrou o início da montagem do reator no LABGENE. O presidente da NUCLEP, C.Alte Seixas, emocionado, já que o vaso do reator foi construído pela empresa, assim como o ‘Bloco 40’ está sendo, explicou que essa etapa equivale ao batimento de uma quilha que marca o início da construção de um navio. “No projeto do submarino esse começo é marcado pela instalação de uma base de aço que será a base do reator nuclear”, disse. Durante a visita às instalações do LABGENE, o presidente, C.Alte Seixas, contou ao presidente Jair Bolsonaro sobre os 40 anos que unem a empresa à Marinha e o orgulho…
Reprodução: Petronotícias A NUCLEP  já está preparada para dar prosseguimento ao projeto de construção do primeiro submarino nuclear brasileiro, o “Álvaro Alberto”. O bloco onde ele será alojado o vaso do reator  já está sendo confeccionado nesse dentro do galpão da empresa, em Itaguaí, no Rio de Janeiro.  Alguns funcionários também preparam  o  piso fabril para receber o Bloco onde ficará o legítimo reator nuclear do SN-BR. O Presidente da NUCLEP, Almirante Carlos Seixas, esteve com o Presidente Jair Bolsonaro no Centro Tecnológico da Marinha em São Paulo (CTMSP), em Iperó, para o lançamento do protótipo em tamanho real do futuro submarino de Propulsão Nuclear brasileiro, com tecnologia francesa. Também estiveram no Laboratório de Geração de Energia Nucleoelétrica (Labgene), o Comandante da Marinha, Almirante de Esquadra Ilques Barbosa Junior, o Diretor do Centro Tecnológico da Marinha em São Paulo, Almirante Noriaki Waga, acompanhados ainda, do Diretor de Desenvolvimento Nuclear e de Tecnologia da Marinha, Almirante de Esquadra Marcos Sampaio Olsen, E o Ministro da Ciência e Tecnologia, Marcos Pontes. Todos celebraram o início da montagem do reator no Labgene. O Almirante Seixas, em conversa com o Presidente  lembrou que o vaso do reator foi construído pela empresa, assim como o ‘Bloco 40’ está sendo montado. Ele  explicou que essa etapa equivale ao batimento de uma quilha,  que marca o início da construção de um navio. “No projeto do submarino esse começo é marcado pela instalação de uma base de aço que será a base do reator nuclear”, disse. Falou também sobre os 40 anos que unem a empresa à Marinha e o…