Reprodução: Defesa Aérea e Naval O presidente da NUCLEP, CA (RM1) Carlos Henrique Silva Seixas, acompanhando o Ministro de Minas e Energia, AE (RM1) Bento Albuquerque, em agenda com o Presidente da República, Jair Bolsonaro, com a devida autorização do Ministro, aproveitou a oportunidade e entregou, em nome de todos os funcionários da NUCLEP, ao Presidente Bolsonaro, a caixa presente com miniaturas em aço inoxidável, soldadas à uma base de madeira, com alguns dos equipamentos mais estratégicos fabricados no piso fabril da empresa. O encontro, que aconteceu no Palácio do Planalto na tarde de ontem (10/6), proporcionou ao CA (RM1) Seixas falar não apenas das miniaturas, mas também sobre o novo momento da NUCLEP. “Esse presente, Presidente, foi feito pelos próprios funcionários da NUCLEP para o Senhor. Estão representados aqui, nessas miniaturas, os segmentos em que atuamos no mercado. Representando o setor Nuclear está a miniatura do Acumulador de Angra 3, deste, fabricamos e já entregamos, oito unidades para a Eletronuclear; já o setor de Defesa está representado pelo Submarino Classe Riachuelo, tipo Scorpène, fabricamos e já entregamos à Marinha do Brasil, os cascos resistentes dos quatro S-BR convencionais do PROSUB, ao passo que já nos preparamos para a construção da sessão de qualificação do SN-BR, o primeiro Submarino de Propulsão Nuclear do país; e, o setor de Energia, representado pela nossa mais nova e promissora empreitada, a Torre de Transmissão de Energia.” Somos também muito atuantes no setor de Óleo e Gás, pioneiros no Brasil na construção de blocos semissubmersíveis para plataformas…
Reprodução: Petronotícias O presidente Jair Bolsonaro recebeu  o presidente da Nuclep, Carlos Seixas, para uma reunião em Brasília. O tema do encontro foi o novo momento da companhia, que tem feito importantes entregas para os setores nuclear e de defesa, ao mesmo tempo em que está expandindo sua atuação no setor de energia. Além disso, a gestão da companhia fez mudanças internas, cortando gastos e fortalecendo sua estrutura. Uma das últimas ações da Nuclep foi a ampliação do seu escopo de atuação, com a inauguração da Linha de Produção de Estruturas Metálicas para Torres de Transmissão. A Diretoria Executiva estima que essa iniciativa permitirá à empresa ficar menos dependente da União. Outro movimento importante da companhia foi a revitalização de seu Terminal Marítimo Privativo. A obra começou em março de 2020 e tem previsão de conclusão para julho de 2021. O objetivo dos trabalhos é a recuperação de toda a instalação e o aumento da capacidade do Terminal. “Com o aumento da capacidade de escoamento, temos a expectativa de faturar cerca de R$ 1 milhão com o Porto já em 2021, e assim de forma crescente, visto que nosso Terminal pode suportar até 1 mil toneladas, além de apresentar vantagem competitiva para movimentação intermodal (rodoviária, marítima e fluvial)”, disse o presidente da Nuclep. Há poucos dias, inclusive, a companhia realizou o primeiro embarque no seu Terminal Marítimo Privativo. Durante o encontro com Bolsonaro, Seixas também entregou miniaturas em aço inoxidável, soldadas à uma base de madeira, com alguns dos equipamentos…
Reprodução: Veja A Nuclep, estatal de equipamentos pesados ligada ao ministério de Minas e Energia, planeja fechar nos próximos dois meses o contrato para a produção do casco externo do submarino de propulsão nuclear da Marinha. A estimativa é que a obra custe em torno de 200 milhões de reais.  O contrato, a ser firmado junto à Marinha e ao estaleiro ICN, que constrói a embarcação, marcará o início dos trabalhos na estrutura do que será o primeiro submarino do tipo do Brasil, fruto de acordo de transferência de tecnologia firmado em 2012 com a França, na iniciativa batizada de Prosub. A expectativa é que o submarino esteja pronto só em 2029. Atualmente, o projeto está na fase de construção do protótipo em tamanho real onde a tecnologia será testada ainda em terra. O casco será o primeiro componente comprado que integrará a estrutura final da embarcação.   
Reprodução: Veja A Nuclep, estatal de equipamentos pesados ligada ao ministério de Minas e Energia, planeja fechar nos próximos dois meses o contrato para a produção do casco externo do submarino de propulsão nuclear da Marinha. A estimativa é que a obra custe em torno de 200 milhões de reais.  O contrato, a ser firmado junto à Marinha e ao estaleiro ICN, que constrói a embarcação, marcará o início dos trabalhos na estrutura do que será o primeiro submarino do tipo do Brasil, fruto de acordo de transferência de tecnologia firmado em 2012 com a França, na iniciativa batizada de Prosub. A expectativa é que o submarino esteja pronto só em 2029. Atualmente, o projeto está na fase de construção do protótipo em tamanho real onde a tecnologia será testada ainda em terra. O casco será o primeiro componente comprado que integrará a estrutura final da embarcação.   
Reprodução: O dia ITAGUAÍ - Com experiência no setor nuclear e capacidade fabril, a Nuclebrás Equipamentos Pesados (Nuclep) – indústria estatal que atua no bairro de Brisamar, Itaguaí - concluiu a fabricação da Caixa de Blindagem Radiológica para a Unidade Móvel de Irradiação com Acelerador Industrial de Elétrons, projetado pelo Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (Ipen). A unidade móvel tem várias aplicações e conta com um acelerador de feixe de elétrons responsável por tratar efluentes industriais para fins de reutilização, o que viabiliza uma alternativa limpa e tecnológica para as empresas. Os requisitos de segurança são garantidos pela Agência Internacional de Energia Atômica (Aiea), pela BSS Serviços de Blindagem e pela CNEN - autarquia federal do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações a qual o Ipen está vinculado. Com o laboratório móvel, que será usado por profissionais da Ipen para realizar treinamentos em empresas de todo país, é possível ampliar a capacidade nacional de tratamento de efluentes, o que gera benefícios tecnológicos e econômicos em relação às técnicas convencionais. A blindagem Radiológica fabricada pela Nuclep pesa mais de 15 toneladas e tem como objetivo fornecer a proteção adequada durante as operações, promovendo a segurança dos trabalhadores e do ambiente. A Unidade Móvel de Irradiação com Acelerador Industrial de Elétrons é importante na aplicação de atividades de pesquisa e desenvolvimento de novas tecnologias e prestações de serviços em escalas laboratoriais e industriais.
Reprodução: Petronotícias A Nuclep concluiu mais um importante projeto no segmento nuclear. A empresa finalizou a fabricação da Caixa de Blindagem Radiológica para a Laboratório Móvel de Irradiação com Acelerador Industrial de Elétrons, projetado pelo Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (IPEN). Uma das muitas aplicações dessa unidade será o tratamento de efluentes industriais para fins de reutilização, se apresentando como uma alternativa limpa e tecnológica para as empresas brasileiras. Com laboratório, os profissionais da IPEN poderão oferecer treinamento às companhias de todo o país, ajudando a ampliar a capacidade nacional de tratamento de efluentes e gerando benefícios tecnológicos e econômicos em comparação com as técnicas convencionais. Além disso, na nova unidade serão aplicadas atividades de pesquisa e desenvolvimento de tecnologias e prestações de serviços em escalas laboratoriais e industriais. A blindagem Radiológica fabricada pela Nuclep pesa cerca de 15,86 toneladas. A estrutura vai oferecer proteção durante as operações, promovendo a segurança dos trabalhadores e do ambiente. Para a caldeiraria, a participação neste projeto reforça ainda mais a sua capacidade de atender as mais diversas demandas dos projetos nucleares, contribuindo com a sociedade brasileira.
Reprodução: Full Energy  Presidente da Nuclep, Carlos Henrique Seixas é oficial general da reserva da Marinha do Brasil e foi promovido a contra-almirante em 2010. Em sua carreira na Marinha brasileira esteve a trabalho no Chile Portugal e Estados Unidos. O executivo lembra da infância feliz que teve na década de 70, sempre brincando na rua, jogando futebol e bolinha de gude. Apesar dessa liberdade, ele conta que teve uma criação bem rígida por parte de seus pais. “Tinha um ditado na minha casa que levei para a criação dos meus filhos também: dia semana é feito para estudar, final de semana para brincar. ” Desde criança o ContraAlmirante sonhava em entrar para Marinha e acredita que essa vontade foi despertada por ver um quadro de seu falecido avô vestido com a roupa da marinha. “As pessoas diziam muito para mim ‘você vai ser igual ao seu avô’ e eu gostava disso. ” Aos 15 anos ele entrou para Marinha brasileira e acredita que foi um momento extremamente importante para sua formação pessoal, profissional e moral. Após, 40 anos na marinha ele diz que toda bagagem que possui vem de lá. Antes de ir para a Nuclep, Seixas assumiu o cargo de comandante da Base Naval do Rio de Janeiro onde tem uma circulação de 12 mil homens por dia. Ele considera esse momento como um grande desafio em sua carreira, mas também como uma grande oportunidade de se aperfeiçoar para assumir o atual cargo na Nuclep. A Nuclep, segundo ele,…
Reprodução: Jornal Atual A Nuclep promoveu nesta sexta- -feira (19) a solenidade de inauguração de sua linha de produção de torres de transmissão, marcando o início de uma nova era, com a abertura de novos mercados e a definitiva diversificação de seus negócios. A cerimônia de inauguração foi comandada pelo presidente da Nuclep, contra- -almirante Carlos Henrique Seixas e teve a presença do ministro de estado de Minas e Energia, Bento Albuquerque. A anunciada presença do presidente da República, Jair Bolsonaro, acabou não se confirmando. Segundo o presidente da Nuclep, a entrada da empresa no mercado de torres de transmissão vai garantir uma previsibilidade no faturamento da companhia durante os próximos anos. “A nossa expectativa de faturamento para 2021 é de R$ 140 milhões. Esse valor aumentará para mais de R$ 200 milhões em 2022. Em 2023, chegaremos a cerca de R$ 400 milhões”, projetou Seixas, antecipando expectativa de anos de grande produtividade para a empresa, antes focada na produção de insumos para as indústrias nuclear, de defesa e pesada. Além de a Nuclep avançar o mercado de produção de torres de transmissão de energia elétrica, a empresa está dedicada ainda a projetos estratégicos para o país, como, por exemplo, o Labgene, parte essencial do Programa Nuclear da Marinha do Brasil. A empresa também está envolvida no término dos últimos acumuladores e no condensador que serão destinados à Usina Angra 3. “Temos também o bloco 40 do Labgene, o término dos últimos acumuladores de Angra 3 e o condensador da…
Reprodução: Governo do Brasil O Brasil quer aumentar a participação nuclear na matriz energética. E, para isso, passa a contar com Linha de Produção de Torres de Transmissão de energia e dos dois últimos acumuladores da usina nuclear Angra 3. A solenidade de entrega ocorreu, nesta sexta-feira (19), em Itaguaí, no Rio de Janeiro. “Nossa meta é aumentar a participação da energia nuclear em nossa matriz energética, posicionando o Brasil como ator internacional relevante nesse restrito mercado”, explicou o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, ao participar da cerimônia. As estruturas foram desenvolvidas e produzidas pela estatal Nuclebrás Equipamentos Pesados S.A (Nuclep), vinculada ao Ministério de Minas e Energia. A Nuclep pretende construir até 35.000 toneladas de estruturas metálicas por ano, o que possibilitará a instalação de 1.500 quilômetros de linhas de transmissão no país. As estruturas metálicas ajudarão a levar energia para milhares de brasileiros. Angra 3 A entrega dos dois últimos acumuladores para Angra 3 totaliza oito fabricados pela Nuclep para a Eletronuclear. Os equipamentos são tanques com 14,2 metros de comprimento e 22 toneladas. “Esses equipamentos são utilizados para fazer o resfriamento do sistema primário, onde está localizado o reator. Por isso, são estratégicos para a segurança da usina nuclear. Angra 3 terá, no total, oito acumuladores, todos foram produzidos pela Nuclep, assim como outros equipamentos de grande porte, como os condensadores principais”, explicou o presidente da Eletronuclear, Leonam Guimarães. A construção de Angra 3 está prevista para ser retomada este ano. Nuclep A empresa foi criada…
Reprodução: TV Brasil - EBC Em Itaguaí, cidade aqui da região metropolitana do Rio de Janeiro, foram entregues hoje dois importantes equipamentos que vão ajudar na construção da usina nuclear de Angra 3, no litoral do estado. E a empresa estatal que fabrica essas peças deu também importante passo para acordos com a iniciativa privada.