Reprodução: Jornal Atual   OSCAR DA ENERGIA O presidente da NuclebrasEquipamentos Pesados (Nuclep), contra-almirante Carlos Henrique Silva Seixas, está concorrendo ao prêmio “Os 100 mais influentes da Década na Energia”, premiação que é realizada desde 2014, reconhecendo as principais lideranças que mais se destacaram no setor energético. A edição deste ano está marcada para o dia 8 de abril, no Renaissance São Paulo Hotel, em São Paulo. A votação é aberta até o dia 8 de fevereiro e pode ser feita através deste link https://fullenergy.grupomidia.com/100-mais-influentes-da-decada-na-energia/ O presidente da Nuclep é oficial da reserva da Marinha do Brasil e foi promovido a contra-almirante em 2010. Seixas é graduado em Ciências Navais em 1982, pela Escola Naval, e especializado em Histórias das Relações Internacionais. É mestre e doutor em Ciências Navais, pela Escola de Guerra Naval, tendo exercido vários comandos e cargos de liderança na carreira, atuando sempre com grande proximidade administrativa, contábil e financeira em suas empreitadas. Em sua carreira na Marinha do Brasil esteve a trabalho no Chile, Portugal e Estados Unidos. Em julho de 2016 Seixas assumiu o cargo de diretor administrativo da Nuclep e acumulou a presidência interinamente em abril de 2017. Em dezembro deste mesmo ano foi nomeado presidente da empresa. Em dezembro de 2019, o presidente Seixas foi homenageado pelo desembargador Cláudio de Mello Tavares, com o Colar do Mérito Judiciário, na sede do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. A comenda tem o objetivo de homenagear pessoas que investiram grande parte da vida a contribuir com sociedade e com as pessoas. Em sua gestão à frente da Nuclep,  o presidente Seixas conquistou a Certificação Nível 1 no 4º Ciclo de Avaliação do Indicador de Governança, segundo avaliação da Secretaria de Coordenação e Governança das…
Reprodução: Petronotícias O Plano Nacional de Energia (PNE 2050) enxerga a possibilidade do Brasil expandir sua capacidade de geração nuclear em 10 GW até 2050. Dentro desse contexto, o documento vê a possibilidade do Brasil desenvolver novas usinas usando a tecnologia de pequenos reatores modulares (SMRs) a partir do ano de 2030. De olho nessa janela que pode se abrir logo adiante, a Nuclep – maior caldeiraria do Brasil – não quer perder tempo. A empresa já está se preparando para atender às possíveis novas demandas que poderão surgir no Brasil relacionadas a reatores modulares. Foi o que revelou o presidente da companhia, almirante Carlos Seixas, em entrevista ao Petronotícias. “Eu realmente acho que os SMRs seriam muito importantes para o Brasil. É uma solução bastante inteligente, já que o país possui dimensão continental”, disse. “Eu diria que hoje, no Brasil, a única empresa qualificada para isso é a Nuclep”, completou Seixas. O presidente acredita que a tecnologia poderá ser usada para alimentar tanto os grandes centros urbanos quanto os locais mais isolados do país. Seixas também traz uma atualização sobre o andamento de entrega de equipamentos para a usina de Angra 3 e fala sobre a expectativa de participar da instalação de alguns deles. A Nuclep já está se preparando para as possíveis demandas no futuro para construção de SMRs no Brasil? Nuclep está de olho em prováveis projetos de SMRs A Nuclep é a única empresa do setor nuclear brasileiro que tem qualificação técnica e disponibilidade para construção…
Reprodução: Petronotíciais Os bons resultados à frente da Nuclep renderam ao presidente da companhia, almirante Carlos Henrique Seixas, a indicação ao prêmio “Os 100 mais influentes da Década na Energia”. A gestão de Seixas na Nuclep tem sido marcada pelo fortalecimento do papel da estatal nos setores de energia e defesa. O executivo liderou ainda o processo de diversificação de negócios da empresa, que entrou recentemente no nicho de transmissão de energia. O link para votação já está disponível no site oficial do evento. O almirante Seixas é Oficial General da Reserva da Marinha do Brasil promovido a Contra-Almirante em 2010. Possui graduação em Ciências Navais pela Escola Naval, com especialização em Histórias das Relações Internacionais. Também é Mestre e Doutor em Ciências Navais pela Escola de Guerra Naval, com vários comandos e cargos de liderança na carreira. Durante sua caminhada na Marinha, Seixas esteve a serviço da Força Naval no Chile, Portugal e Estados Unidos. Em julho de 2016, chegou à Nuclep como diretor administrativo da empresa e acumulou a Presidência interinamente em abril de 2017. Meses depois, assumiria definitivamente o comando da estatal. O almirante articulou a construção do Bloco 40 do Labgene e do Vaso de Pressão do seu Reator pela Nuclep, além de ter inaugurado um novo nicho de atuação da empresa – o Linha de Produção de Torres de Transmissão de Energia. Outro feito importante da administração de Seixas foi a conquista da Certificação Nível I no 4º Ciclo de Avaliação do Indicador de Governança, concedida pela Secretaria…
Reprodução: Facebook @AbdanOficial A quinta edição da série Nós Somos a ABDAN é com o presidente da Nuclep, falando um pouco sobre os planos futuros da empresa e os mais recentes trabalhos desenvolvidos. “Pequenos reatores nucleares podem ser uma grande solução no Brasil, especialmente para cidades pequenas, e a Nuclep tem total capacidade para construir esse tipo de equipamento. Não só capacidade, como qualificação técnica.” “A Nuclep está acabando a construção de equipamentos para Angra 3 e temos expectativas de atuar na instalação desses equipamentos. No total, 8 acumuladores estão prontos, 6 já foram entregues e 2 ainda estão passando por uma fase de testes. Também estamos terminando o último grande condensador para Angra 3, que deve ser entregue até o início de 2022. Além disso, estamos envolvidos na construção do primeiro submarino brasileiro com propulsão nuclear e de olho na possível construção do Reator Multipropósito Brasileiro na Nuclep. É um projeto que vai dar autonomia ao país para radiofármacos e está cada vez mais clara a importância de sermos autossuficientes em setores estratégicos.”
Reprodução: Petronotíciais A Amazônia Azul Tecnologias de Defesa –Amazul – está concluindo o projeto detalhado do Reator Multipropósito Brasileiro (RMB), o primeiro grande passo para o Brasil alcançar a autossuficiência na produção de insumos para a fabricação de radiofármacos destinados ao diagnóstico e tratamento do câncer e outras doenças. O detalhamento do projeto contou, também, com a participação da empresa argentina Invap e da CNEN.  A próxima etapa será construção das instalações e do reator de 30 MW de potência em terreno cedido, parte pela Marinha do Brasil e parte pelo governo de São Paulo, no município de Iperó (SP), em área adjacente ao Centro Industrial e Nuclear de Aramar. Mas, para a conclusão do empreendimento, ainda serão necessários recursos da ordem de US﹩ 500 milhões, que começaram a ser negociados em 2018 com os Ministérios da Saúde e da Ciência,  Tecnologia e Inovações. Nesse mesmo ano, o então ministro da Saúde, Ricardo Barros, se comprometeu em destinar R﹩ 750 milhões para o início da construção do RMB. Mas os recursos ainda não estão garantidos. Empreendimento de alta complexidade, o RMB tem como uma de suas principais finalidades a produção de radioisótopos, que são a base para os radiofármacos utilizados na medicina nuclear. Com isso, o Brasil poderá alcançar a autossuficiência em radioisótopos, que hoje são importados, e ampliar o acesso da população, em todo o território nacional, aos benefícios da medicina nuclear. Para se ter uma ideia, o número de procedimentos com aplicação de radiofármacos no Brasil, em torno de 2…
Reprodução: Petronotícias Estamos chegando hoje (12) ao fim do projeto Perspetivas 2021. Mas estamos fechando com chave de ouro, trazendo uma participação especial do Ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, um destaque positivo do governo do Presidente  Bolsonaro. Com uma área bastante significativa para geração de empregos no Brasil, o ministério de Bento Albuquerque precisou implementar algumas políticas de emergência, que não estavam planejadas antes da Pandemia. Na verdade, uma repetição de várias outras ações do próprio governo e também da iniciativa privada. Pessoas em casa trabalhando, cuidados especiais com a saúde, até que a situação estivesse um pouco melhor. Para 2021, as perspectivas para se ampliar os investimentos e os negócios são muito melhores. O Ministro prevê a criação de um Cluster na área de geração de nuclear no país, que certamente criará milhares de empregos ao longo dos próximos anos. Tanto no setor de energia, quanto na medicina nuclear, com a construção do Reator Multipropósito Brasileiro. Haverá expansão também no setor de defesa, com o programa do submarino nuclear brasileiro. Ele também vê boas perspectivas, especialmente para o setor de gás e mineração, com um destaque para o Nióbio, depois do acordo feito com o Japão e anunciado ontem. No setor de petróleo e gás, o ministro defende a venda de algumas empresas da Petrobrás, mas manda uma mensagem de otimismo para as empresas brasileiras que foram ignoradas nas contratações de obras pela estatal, em detrimento de empresas no exterior, especialmente na Ásia. O Ministro busca dar boas notícias a essas empresas que reclamam, com razão,…
Reprodução: Petronotícias E o convidado especial desta quarta-feira (30) do Perspectivas 2021 é o Almirante Carlos Seixas, Presidente da NUCLEP, a maior caldeiraria pesada do Brasil, que está fazendo um grande trabalho desde que assumiu a empresa. Buscou negócios internacionais, quando o mercado brasileiro patinou durante a crise da Lava Jato, quando os negócios simplesmente desapareceram, principalmente no segmento de petróleo e gás. A empresa buscou alternativas em novos negócios, acelerou na participação da construção de peças e especiais para o setor nuclear e avançou no projeto de construção dos novos submarinos brasileiros, o Prosub.  Como todas as empresas, a NUCLEP também foi impactada pela pandemia, mas agiu rápido para preservar a integridade de seu corpo de funcionários. As perspectivas para o ano que, são otimistas, como revela o Almirante Seixas. Vamos às suas respostas: 1- Como o senhor e a sua empresa enfrentaram este ano difícil quando a Pandemia pegou a economia brasileira em pleno de subida? – Mesmo com as adversidades impostas pela pandemia, mantivemos nossos contratos e produção com muita seriedade e comprometimento. Hoje estamos em meio à construção do Bloco 40 do Labgene, entregamos 6 dos 8 acumuladores de Angra 3 e também iniciamos a entrega dos condensadores da Usina. Modernizamos o maior torno vertical da América do Sul, o que nos permitirá participar de maiores e mais projetos. Estamos finalizando a torre de DEA que será entregue para REGAP, em Betim, Minas Gerais, em janeiro de 2021.  2- E quais são as Perspectivas para o próximo…
Reprodução: Jornal Atual VISITA PRESIDENCIAL A Marinha do Brasil antecipou para essa sexta-feira (11) as comemorações do Dia do Marinheiro (13), com uma série de eventos no Complexo Naval de Itaguaí, no âmbito do Programa de Desenvolvimento de Submarinos (Prosub). O presidente da República, Jair Bolsonaro, comandou as cerimônias, das quais participaram diversas autoridades civis e militares, do Brasil, da França e dos Estados Unidos, dentre outras nações. O principal momento da festividade foi o lançamento ao mar do submarino Humaitá, o segundo de série de cinco que estão sendo construídos em Itaguaí. A embarcação, que vai operar sob o comando do capitão de corveta Martin Bezerra de Moraes Júnior, foi batizada por Adelaide Chaves Azevedo e Silva, esposa do ministro da Defesa, Fernando Azevedo. Coube, em seguida, ao presidente Bolsonaro acionar o comando que iniciou o lançamento ao mar do submarino Humaitá.  O evento serviu também para que a Marinha do Brasil apresentasse todas as etapas do Prosub, incluindo as operações desenvolvidas no Centro Tecnológico da Marinha, em São Paulo, onde é desenvolvida a tecnologia nuclear que vai garantir a propulsão do submarino Álvaro Alberto, num impressionante avanço da indústria naval brasileira no que se refere ao domínio dessa etapa do projeto iniciado em 2008 e considerado o maior investimento atual do país na área de defesa. Outra parte da cerimônia, também protagonizada pelo presidente Bolsonaro, foi a integração final das seções do submarino Tonelero, momento emblemático que contou com a participação de um representante da tripulação da embarcação…
Reprodução: O Fluminense Cerimônia no Complexo Naval de Itaguaí marcou Dia do Marinheiro, celebrado em 13 de dezembro O presidente da República, Jair Bolsonaro, participou ontem (11) do batismo e do lançamento ao mar do submarino Humaitá (S-41) e da união das seções do submarino Tonelerio (S-42), em cerimônia que marcou as comemorações do Dia do Marinheiro. “A reconhecida excelência do que aqui foi mostrado traz a convicção do êxito dessa empreitada e revela a capacidade do nosso país em projetar, construir e lançar submarinos de última geração, por meio de um programa abrangente e audacioso que gera milhares de empregos e enaltece nossa economia”, observou o presidente a solenidade, que ocorreu no complexo naval de Itaguaí. O Humaitá é o segundo da classe, fruto da cooperação tecnológica com a França, que já lançou ao mar o submarino Riachuelo, que está em fase de testes finais, com previsão de ser entregue para operação à Marinha em 2021, quando estará armado e pronto para cumprir suas missões.  No total, estão planejados quatro submarinos do tipo convencional, movidos à bateria, recarregadas por motor diesel. O Toneleiro, terceiro da série, tem previsão de lançamento em dezembro de 2021, seguido pelo último convencional, o Angostura, planejado para ser lançado em dezembro de 2022. Investimento - O valor total  estimado pela Marinha para os quatro submarinos convencionais é de 100 milhões de euros, o equivalente a cerca R$ 630 milhões, em câmbio atual. Os quatro somados equivalem ao mesmo valor orçado para o submarino movido por energia nuclear, também 100 milhões de euros. Capacidade - Os submarinos convencionais têm uma capacidade operativa de até 80 dias no mar, podendo ficar submersos por até cinco dias, sem necessidade de vir à tona para influxo de ar aos  motores a diesel, o que garante um grande raio de ação, podendo ir sem paradas, por exemplo, do Rio de Janeiro ao Rio…
Reprodução: Veja Primeiro submarino construído pela Marinha no programa Prosub, o Riachuelo vai entrar em operação regular no início do ano. O segundo, Humaitá, será lançado para testes no dia 11, quando Jair Bolsonaro participará da cerimônia de batismo e lançamento ao mar. O terceiro submarino, o Tonelero, entrou na fase de montagem das partes.