Reprodução: Full Energy  Presidente da Nuclep, Carlos Henrique Seixas é oficial general da reserva da Marinha do Brasil e foi promovido a contra-almirante em 2010. Em sua carreira na Marinha brasileira esteve a trabalho no Chile Portugal e Estados Unidos. O executivo lembra da infância feliz que teve na década de 70, sempre brincando na rua, jogando futebol e bolinha de gude. Apesar dessa liberdade, ele conta que teve uma criação bem rígida por parte de seus pais. “Tinha um ditado na minha casa que levei para a criação dos meus filhos também: dia semana é feito para estudar, final de semana para brincar. ” Desde criança o ContraAlmirante sonhava em entrar para Marinha e acredita que essa vontade foi despertada por ver um quadro de seu falecido avô vestido com a roupa da marinha. “As pessoas diziam muito para mim ‘você vai ser igual ao seu avô’ e eu gostava disso. ” Aos 15 anos ele entrou para Marinha brasileira e acredita que foi um momento extremamente importante para sua formação pessoal, profissional e moral. Após, 40 anos na marinha ele diz que toda bagagem que possui vem de lá. Antes de ir para a Nuclep, Seixas assumiu o cargo de comandante da Base Naval do Rio de Janeiro onde tem uma circulação de 12 mil homens por dia. Ele considera esse momento como um grande desafio em sua carreira, mas também como uma grande oportunidade de se aperfeiçoar para assumir o atual cargo na Nuclep. A Nuclep, segundo ele,…
Reprodução: Jornal Atual A Nuclep promoveu nesta sexta- -feira (19) a solenidade de inauguração de sua linha de produção de torres de transmissão, marcando o início de uma nova era, com a abertura de novos mercados e a definitiva diversificação de seus negócios. A cerimônia de inauguração foi comandada pelo presidente da Nuclep, contra- -almirante Carlos Henrique Seixas e teve a presença do ministro de estado de Minas e Energia, Bento Albuquerque. A anunciada presença do presidente da República, Jair Bolsonaro, acabou não se confirmando. Segundo o presidente da Nuclep, a entrada da empresa no mercado de torres de transmissão vai garantir uma previsibilidade no faturamento da companhia durante os próximos anos. “A nossa expectativa de faturamento para 2021 é de R$ 140 milhões. Esse valor aumentará para mais de R$ 200 milhões em 2022. Em 2023, chegaremos a cerca de R$ 400 milhões”, projetou Seixas, antecipando expectativa de anos de grande produtividade para a empresa, antes focada na produção de insumos para as indústrias nuclear, de defesa e pesada. Além de a Nuclep avançar o mercado de produção de torres de transmissão de energia elétrica, a empresa está dedicada ainda a projetos estratégicos para o país, como, por exemplo, o Labgene, parte essencial do Programa Nuclear da Marinha do Brasil. A empresa também está envolvida no término dos últimos acumuladores e no condensador que serão destinados à Usina Angra 3. “Temos também o bloco 40 do Labgene, o término dos últimos acumuladores de Angra 3 e o condensador da…
Reprodução: Governo do Brasil O Brasil quer aumentar a participação nuclear na matriz energética. E, para isso, passa a contar com Linha de Produção de Torres de Transmissão de energia e dos dois últimos acumuladores da usina nuclear Angra 3. A solenidade de entrega ocorreu, nesta sexta-feira (19), em Itaguaí, no Rio de Janeiro. “Nossa meta é aumentar a participação da energia nuclear em nossa matriz energética, posicionando o Brasil como ator internacional relevante nesse restrito mercado”, explicou o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, ao participar da cerimônia. As estruturas foram desenvolvidas e produzidas pela estatal Nuclebrás Equipamentos Pesados S.A (Nuclep), vinculada ao Ministério de Minas e Energia. A Nuclep pretende construir até 35.000 toneladas de estruturas metálicas por ano, o que possibilitará a instalação de 1.500 quilômetros de linhas de transmissão no país. As estruturas metálicas ajudarão a levar energia para milhares de brasileiros. Angra 3 A entrega dos dois últimos acumuladores para Angra 3 totaliza oito fabricados pela Nuclep para a Eletronuclear. Os equipamentos são tanques com 14,2 metros de comprimento e 22 toneladas. “Esses equipamentos são utilizados para fazer o resfriamento do sistema primário, onde está localizado o reator. Por isso, são estratégicos para a segurança da usina nuclear. Angra 3 terá, no total, oito acumuladores, todos foram produzidos pela Nuclep, assim como outros equipamentos de grande porte, como os condensadores principais”, explicou o presidente da Eletronuclear, Leonam Guimarães. A construção de Angra 3 está prevista para ser retomada este ano. Nuclep A empresa foi criada…
Reprodução: TV Brasil - EBC Em Itaguaí, cidade aqui da região metropolitana do Rio de Janeiro, foram entregues hoje dois importantes equipamentos que vão ajudar na construção da usina nuclear de Angra 3, no litoral do estado. E a empresa estatal que fabrica essas peças deu também importante passo para acordos com a iniciativa privada.
Reprodução: O Dia  ITAGUAÍ – Uma nova linha de produção traz um novo horizonte para a Nuclebrás Equipamentos Pesados (Nuclep), estatal que atua em Itaguaí, no bairro Brisamar. Conforme explicou Carlos Henrique Seixas – o presidente da empresa – em entrevista recente a O DIA, as torres de transmissão vão ser extremamente úteis na perspectiva que o mercado acena: serão 55 mil quilômetros de linhas de energia instaladas no Brasil nos próximos anos. Lançar a Nuclep nessa empreitada pode significar um alívio financeiro e uma dependência orçamentária menor da empresa em relação ao governo federal, que a incluiu no rol das estatais com potencial de privatização (mas a discussão ainda vai longe). O evento no parque fabril da empresa simbolizou o início do que tem sido anunciado como “novos tempos” ocorreu na sexta-feira (19), com a presença das seguintes autoridades: Bento Costa Lima - Ministro das Minas e Energia; Ilques Barbosa Junior – Comandante da Marinha; Marcos Sampaio Olsen – Diretor-geral de Desenvolvimento Nuclear e Tecnológico da Marinha; Rubem Vieira (Podemos) – prefeito de Itaguaí; Haroldo Jesus (PV) – presidente da Câmara Legislativa de Itaguaí. Estiveram presentes também Luiz Carlos Ciocchi - diretor-geral do Operador Nacional do Sistema Elétrico e Leonam Guimarães - presidente da Eletronuclear. O presidente Jair Bolsonaro - cuja presença havia sido anunciada - não compareceu e enviou uma mensagem por vídeo, enfatizando a importância da Nuclep no cenário energético brasileiro. Outra autoridade que estava sendo aguardada era o governador em exercício, Cláudio Castro (PSC), que também não pôde ir. ACUMULADORES PARA ANGRA 3 Além…
Reprodução: Petronotícias Uma nova jornada de sucesso. A Nuclep inaugurou nesta sexta-feira (19) sua linha de produção de torres de transmissão. Agora, a empresa poderá produzir, no auge, até 35.000 toneladas de estruturas metálicas por ano. Esse volume possibilitará a instalação anual de 1.500 km de linhas de transmissão no país. O ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, representou o governo federal na cerimônia de inauguração na fábrica da companhia, em Itaguaí (RJ). Havia a expectativa da presença de Jair Bolsonaro no evento, mas o presidente permaneceu em Brasília. O evento também marcou a entrega dos dois últimos acumuladores para a usina de Angra 3, de um total de oito. Os equipamentos são tanques com 14,2 metros de comprimento e 22 toneladas, que são utilizados no resfriamento do sistema primário do reator nuclear. Durante o evento, Albuquerque destacou a importância estratégica da Nuclep para os segmentos de defesa e nuclear. “A empresa fornece equipamentos para Marinha do Brasil, construindo cascos de submarinos, e presta serviços para as usinas nucleares no Brasil, fazendo vasos e reatores. Ou seja, é uma empresa importante para o país”, afirmou. O ministro também elogiou a gestão da Nuclep, que é presidida atualmente pelo contra-almirante Carlos Henrique Seixas. “É uma empresa que se reestruturou e cresceu muito nos últimos dois anos. Nós acreditamos que vai continuar prestando relevante serviço para a economia do Brasil, para a indústria nacional e para as Forças Armadas”, avaliou. Albuquerque lembrou ainda que o Brasil deve instalar até 55 mil km de linhas de transmissão nos…
Reprodução: O Dia ITAGUAÍ – O vice-prefeito de Itaguaí, Valter Almeida (Podemos), representou o governo municipal em visita nesta terça-feira (2) à Nuclep, no bairro de Brisamar. Almeida certamente substituiu o prefeito Rubem Vieira (Podemos), que estava em agenda oficial em Nova Iguaçu, no Fórum de Prefeitos da Baixada Fluminense, que contou com a presença do governador em exercício, Cláudio Castro. Valter foi recebido pelo presidente da empresa, Almirante Carlos Henrique Silva Seixas, e pelo Assessor Institucional Trabalhista, Wagner Coelho. O vice-prefeito iniciou sua visita assistindo a uma apresentação sobre a história da empresa, sua capacidade fabril e os projetos em andamento. Seixas disse a Almeida que é importante que uma estatal como a Nuclep mantenha aproximação o com a prefeitura, pois, no seu entendimento, o crescimento de uma implica no da outra: “A Nuclep gera mais empregos e desenvolvimento econômico para cidade e região”, ressaltou. Foi a primeira vez de Almeida nas instalações. Ele também conheceu os principais projetos desenvolvidos e ficou surpreso com a capacidade da estatal. Segundo informações da assessoria de imprensa da Nuclep, Valter agradeceu a recepção atenciosa, afirmou que a conversa foi interessante e informativa e enalteceu: "Me sinto orgulhoso de ter uma empresa tão imponente e humana no nosso município. Que venha mais crescimento e frutos para a região!".
Reprodução: O Dia  ITAGUAÍ – Uma empresa que, na crise, se reinventa: assim é a Nuclep, segundo o homem que a preside desde 2017 e que acaba de ser eleito, pelo Grupo Mídia / Full Energy do Brasil, um dos 100 mais influentes da década no setor energético brasileiro. É uma espécie de “Oscar da Energia”, em que os vencedores são eleitos por um site e por pesquisa com as pessoas mais importantes da área. O Almirante Carlos Henrique Silva Seixas usa da modéstia ao dizer a O DIA que o prêmio é da Nuclep, e não dele. Os desafios da sua gestão vão sendo superados lentamente, como é próprio do setor nuclear brasileiro – que começou na década de 1980 – e a difícil meta é depender financeiramente menos de aportes do governo federal, o que ele prevê que será possível em meados de 2023. Mesmo operando no vermelho há muito tempo, a Nuclep, fundada em 1975, continua a ser uma das importantes indústrias de material pesado no Rio de Janeiro e no Brasil, não só por sua função estratégica no setor de defesa, energia nuclear e óleo & gás, mas também por sua função de qualificação de mão de obra especializada. Mais recentemente, a empresa decidiu investir na produção de torres de energia para obter a tão sonhada autossuficiência econômica. Hoje a Nuclep conta com cerca de 1,3 mil funcionários (780 deles efetivos) e desde o ano passado tem sido alvo de especulações sobre a sua privatização – algo sobre o…
Reprodução: Jornal Atual   DESTAQUE INTERNACIONAL - O presidente da Nuclebrás Equipamentos Pesados (Nuclep), contra-almirante Carlos Henrique Silva Seixas teve seu nome confirmado entre os 100 mais influentes do Setor de Energia na última década, em iniciativa promovida pelo Grupo Mídia, que promoveu votação popular através de plataforma digital para a escolha dos “100 mais influentes na energia da década”. A premiação chamada de o “Oscar da Energia” destaca e homenageia as principais lideranças do setor energético do país. A cerimônia de entrega da premiação, é realizada desde 2014 e a edição esse ano está marcada para o dia 8 de abril, no Renaissance São Paulo Hotel, em São Paulo. Os eleitos foram escolhidos pelo conselho editorial do Grupo Mídia através de eleição popular aberta pelo site da Full Energy e por meio de pesquisa de mercado que filtrou os nomes de líderes que se destacaram na década por sua contribuição para o crescimento e inovação do setor. Em agradecimento pela votação recebida, o contra-almirante Seixas destacou que a Nuclep é estratégica para o Brasil e que tem muito a contribuir para a cidade de Itaguaí. “Agradeço a cada um que votou. Esse voto é pelo futuro da nossa empresa, para destacar ainda mais sua força e capacidade no setor energético do país, sobretudo nuclear. A Nuclep é a única empresa nacional capacitada à manutenção e fabricação dos equipamentos nucleares mais estratégicos do país e temos que ter imenso orgulho disso. Obrigado, em especial, a Itaguaí, cidade que nos acolhe com…
Reprodução: Petronotícias   Os resultados da gestão do almirante Carlos Henrique Seixas à frente da Nuclep renderam um importante reconhecimento. O executivo foi um dos ganhadores do prêmio “Os 100 mais influentes da Década na Energia”. Conforme o Petronotícias tem noticiado desde a sua chegada à presidência da companhia, Seixas liderou o processo de diversificação de negócios da empresa, além de ter fortalecido a atuação da Nuclep nos setores de energia nuclear e defesa, que sempre foram os carros-chefes da companhia. A cerimônia de entrega do prêmio está marcada para o dia 8 de abril, no Renaissance São Paulo Hotel, em São Paulo. O presidente da Nuclep é Oficial General da Reserva da Marinha do Brasil. Ele foi promovido a Contra-Almirante em 2010. Seixas é graduado em Ciências Navais pela Escola Naval, com especialização em Histórias das Relações Internacionais. Também é Mestre e Doutor em Ciências Navais pela Escola de Guerra Naval, com vários comandos e cargos de liderança na carreira. Durante sua caminhada na Marinha, o almirante esteve à serviço da Força Naval no Chile, Portugal e Estados Unidos. Sua trajetória na Nuclep começou em julho de 2016, como diretor administrativo da empresa. Ele assumiu a Presidência interinamente em abril de 2017. Meses depois, seria efetivado no comando da estatal. Seixas articulou a construção do Bloco 40 do Labgene e do Vaso de Pressão do seu Reator pela Nuclep, além de ter inaugurado um novo nicho de atuação da empresa – o Linha de Produção de Torres de Transmissão de Energia. Outro feito…