Reprodução: O Dia ITAGUAÍ – Sim, a Nuclebrás Equipamentos Pesados (Nuclep) fabrica torres de transmissão e tem atuado no sentido de participar ativamente no mercado de energia. Este objetivo foi traçado desde o anúncio da inserção neste mercado, feito em setembro de 2019 pelo presidente da empresa, contra-almirante Carlos Henrique Silva Seixas. De lá para cá, os produtos da Nuclep têm sido testados e aprovados e, recentemente, com a certificação de um importante cliente – uma multinacional da área de energia – a Nuclep passou a produzir em série este tipo de equipamento. Com a chegada de maquinário encomendado da Itália, a produção vai crescer ainda mais. Com a fábrica em atividade, apoio técnico e comercial da empresa Metha, a Nuclep já conta com uma capacidade de produção acima de mil toneladas de estrutura metálica por mês. Com a capacidade de produção triplicada graças ao novo maquinário, a Nuclep se aproximará mais do faturamento necessário para que a empresa encontre sua perenidade e independência financeira. A nova fábrica de linha de produção de estruturas metálicas para o setor de Energia marca, projeta e consolida a Nuclep oficialmente no neste mercado. NOVAS MÁQUINAS Foram compradas cinco novas máquinas que serão responsáveis pela usinagem dos perfis para a estrutura das torres. Elas vieram da Itália, produzidas pela empresa Ficep e pesam 12 toneladas. Tecnicamente, são chamadas de “centro de furação para perfis estruturais e vigas”. Elas fazem a usinagem dos perfis metálicos ligados a quaisquer componentes metálicos de aço estrutural. Graças à inclusão desses equipamentos…
Reprodução: Jornal Atual   SINAL VERDE A Nuclep divulgou nesta semana que a sua mais nova ‘carta na manga’ para a permanência ativa no mercado nacional e internacional está pronta para ser sacada. Trata-se da produção em massa de torres de transmissão de energia. O primeiro exemplar fabricado pela empresa foi aprovado junto à equipe de técnicos da instituição e também pelos projetistas de uma multinacional, que já tem acordo firmado com a empresa.  Os testes tiveram duração de dois dias e as estruturas foram avaliadas em oito hipóteses diferentes. Uma torre de 47 metros de altura e 7,7 toneladas, que foi construída no piso fabril da empresa, obteve sucesso em todos os cenários avaliados. A aprovação permite à Nuclep dar o pontapé inicial na produção em série do tipo de torre testada, o que consolida o contrato de fabricação e distribuição para um dos maiores grupos do setor elétrico privado do Brasil, mas que não teve o seu nome revelado.  Com o apoio técnico e comercial da parceira Metha, a Nuclep já conta com uma capacidade de produção acima de mil toneladas de estrutura metálica por mês, mas segundo o presidente da empresa, Carlos Seixas, a recente chegada de um maquinário adquirido pela Nuclep irá aumentar massivamente a produção da nova alternativa financeira. “Com essas novas máquinas, vamos triplicar a capacidade de produção. Nossa expectativa era incrementar a capacidade produtiva a partir de setembro, mas por conta do atraso com a pandemia, esperamos conseguir o aumento previsto até o…
Reprodução: Money Times   O Projeto de Decreto Legislativo (PDL) 153/20 susta o Decreto 10.322/20, cujo objetivo é inserir a Nuclebrás Equipamentos Pesados (Nuclep) no Programa Nacional de Desestatização. O texto está em análise na Câmara dos Deputados. “A importância fundamental da Nuclep ficou ressaltada por seu papel no Programa de Desenvolvimento de Submarinos (Prosub)”, disse o autor, deputado André Figueiredo (PDT-CE). “Desestatizar a empresa não se revela de boa administração”, continuou. A proposta cita que a Nuclep, instalada no Rio de Janeiro, foi responsável pela fabricação do casco de resistência do submarino nuclear Riachuelo (SBR-S40), o primeiro de quatro embarcações a serem construídas como parte de uma política de fortalecimento da soberania naval do País.   Tramitação A proposta será analisada pelas comissões de Minas e Energia; de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio e Serviços e Constituição; e de Justiça e de Cidadania. Depois seguirá para apreciação do Plenário.
Reprodução: Jornal Atual Ambos foram convidados para evento que deu início à montagem do reator do Labgene DEFESA NACIONAL Foi realizada, na quinta-feira (21), a cerimônia que marcou o início da montagem do reator do Laboratório de Geração de Energia Nucleoéletrica (Labgene), protótipo em tamanho real do futuro submarino brasileiro movido a propulsão nuclear, que se chamará Álvaro Alberto e faz parte do Programa de Desenvolvimento de Submarinos da Marinha do Brasil (Prosub). O evento foi realizado na cidade de Iperó, no Centro Tecnológico da Marinha, em São Paulo e contou com a presença do presidente da República, Jair Bolsonaro e de diversas autoridades da Marinha. Esteve presente também o presidente da Nuclep, Carlos Henrique Silva Seixas, que em conversa com o presidente Bolsonaro destacou a participação da empresa de caldeiraria na produção de equipamentos que foram destinados ao reator. “O vaso do reator instalado aqui no Labgene foi construído pela Nuclep e o bloco onde ele será alojado já está sendo confeccionado, neste exato momento, dentro do galpão da empresa, em Itaguaí. Nossos funcionários já estão preparando o nosso piso fabril para receber o bloco onde ficará o legítimo reator nuclear do Álvaro Alberto”, disse Seixas ao presidente da República.
Reprodução: Click Petróleo e Gás Não é todo dia que recebemos a noticia de que um submarino com propulsão nuclear foi criado, não é mesmo? O Primeiro da linha construído pela ICN e NUCLEP recebeu o seu nome em homenagem ao vice-almirante da Marinha do Brasil   O primeiro submarino com propulsão nuclear construído pela ICN e NUCLEP recebeu o nome de “Álvaro Alberto”, em homenagem ao vice-almirante da Marinha do Brasil e cientista brasileiro – Álvaro Alberto da Mota e Silva. A cerimônia aconteceu no complexo do Laboratório de Geração Nucleoelétrica (Labgene), onde o protótipo está sendo construído. O inicio da criação do Submarino Nuclear pela ICN e NUCLEP   O início da montagem do reator corresponderá ao chamado “batimento de quilha”, tradição naval que representa o início da construção de um navio.   Nas próximas etapas do programa, o reator, os turbogeradores, o motor elétrico e outros sistemas similares aos de um submarino com propulsão nuclear serão testados de forma controlada no Labgene, com objetivo principal de se validar, de forma segura, a operação do reator e dos diversos sistemas eletromecânicos a ele integrados, antes de sua instalação a bordo do submarino. Todos esses procedimentos são realizados pela ICN.   Ao final dos testes ICN, um reator similar ao que começa a ser montado no Labgene será instalado no submarino “Álvaro Alberto”, no Complexo Naval de Itaguaí, Sul do estado do Rio de Janeiro, onde já estão sendo construídos ou testados os quatro submarinos com propulsão diesel elétrica…
Reprodução: Defesanet Presidente da NUCLEP Fala ao Presidente Bolsonaro sobre orgulho da Parceria da empresa com os Projetos da MARINHA e a atuação no PROSUB O presidente da NUCLEP, C.Alte Carlos Henrique Silva Seixas, participou,  no dia 21OUT2020, no Centro Tecnológico da Marinha em São Paulo (CTMSP), em Iperó, nas presenças das mais reverenciadas autoridades do Programa Nuclear da Marinha, de um dos momentos mais marcantes para atuação do Laboratório de Geração de Energia Nucleoelétrica (LABGENE), protótipo em tamanho real do futuro submarino de Propulsão Nuclear Almirante  Álvaro Alberto. O evento contou com o prestígio do presidente da República, Jair Messias Bolsonaro, que, à convite do Comandante da Marinha, Alt. Esq Ilques Barbosa Junior e do do Diretor do Centro Tecnológico da Marinha em São Paulo, Almirante Noriaki Waga, acompanhados ainda, do Diretor de Desenvolvimento Nuclear e de Tecnologia da Marinha, Alt. Esq. Marcos Sampaio Olsen, celebrou o início da montagem do reator no LABGENE. O presidente da NUCLEP, C.Alte Seixas, emocionado, já que o vaso do reator foi construído pela empresa, assim como o ‘Bloco 40’ está sendo, explicou que essa etapa equivale ao batimento de uma quilha que marca o início da construção de um navio. “No projeto do submarino esse começo é marcado pela instalação de uma base de aço que será a base do reator nuclear”, disse. Durante a visita às instalações do LABGENE, o presidente, C.Alte Seixas, contou ao presidente Jair Bolsonaro sobre os 40 anos que unem a empresa à Marinha e o orgulho…
Reprodução: Petronotícias A NUCLEP  já está preparada para dar prosseguimento ao projeto de construção do primeiro submarino nuclear brasileiro, o “Álvaro Alberto”. O bloco onde ele será alojado o vaso do reator  já está sendo confeccionado nesse dentro do galpão da empresa, em Itaguaí, no Rio de Janeiro.  Alguns funcionários também preparam  o  piso fabril para receber o Bloco onde ficará o legítimo reator nuclear do SN-BR. O Presidente da NUCLEP, Almirante Carlos Seixas, esteve com o Presidente Jair Bolsonaro no Centro Tecnológico da Marinha em São Paulo (CTMSP), em Iperó, para o lançamento do protótipo em tamanho real do futuro submarino de Propulsão Nuclear brasileiro, com tecnologia francesa. Também estiveram no Laboratório de Geração de Energia Nucleoelétrica (Labgene), o Comandante da Marinha, Almirante de Esquadra Ilques Barbosa Junior, o Diretor do Centro Tecnológico da Marinha em São Paulo, Almirante Noriaki Waga, acompanhados ainda, do Diretor de Desenvolvimento Nuclear e de Tecnologia da Marinha, Almirante de Esquadra Marcos Sampaio Olsen, E o Ministro da Ciência e Tecnologia, Marcos Pontes. Todos celebraram o início da montagem do reator no Labgene. O Almirante Seixas, em conversa com o Presidente  lembrou que o vaso do reator foi construído pela empresa, assim como o ‘Bloco 40’ está sendo montado. Ele  explicou que essa etapa equivale ao batimento de uma quilha,  que marca o início da construção de um navio. “No projeto do submarino esse começo é marcado pela instalação de uma base de aço que será a base do reator nuclear”, disse. Falou também sobre os 40 anos que unem a empresa à Marinha e o…
Reprodução: O DIA   ITAGUAÍ - As Gerências de Segurança do Trabalho (AST), Meio Ambiente (ASM) e Infraestrutura e Logística (AIS) da Nuclep em Itaguaí realizaram na quarta-feira (14) um mutirão de limpeza no manguezal situado no entorno do terminal portuário da empresa, que resultou na retirada de 147 kg de lixo presentes no local. Para a gerente de Meio Ambiente, Viviane Montebello, o avanço da ocupação urbana ao redor do Terminal e o aumento de resíduos gerados pela população é nítido: “Além de causar poluição visual, os resíduos geram a proliferação de pragas e vetores, contaminam o manguezal e afetam inúmeras espécies que sobrevivem dele. Além disso, as inúmeras construções irregulares vêm gerando o soterramento do manguezal”, lamentou. A empresa divulgou que a preocupação e compromisso com o aumento da sustentabilidade faz parte da cultura da Nuclep para garantir a preservação do meio ambiente e os cuidados necessários com o entorno da Baía. Para isso, durante todo o ano, as gerências realizam diversas ações de conscientização junto às comunidades e também nas escolas do município.
Reprodução: Petronotícias   Vivendo um novo momento dentro do Programa Nuclear da Marinha, a Nuclep e a Amazul estão estreitando os laços. Nesta semana, as diretorias Administrativa e Financeira das empresas se reuniram em Itaguaí, na sede da Nuclep, para trocar experiências e alinhar melhor o operacional dos bastidores dessa aliança. A Nuclep é a fabricante para a Amazul do Bloco 40, parte do protótipo da planta nuclear do futuro submarino com propulsão nuclear brasileiro (SN-BR), que está sendo desenvolvido no Centro Tecnológico da Marinha em São Paulo (CTMSP). Durante a reunião, o presidente da Nuclep, contra almirante Carlos Seixas, fez uma apresentação da empresa para a comitiva da Amazul. Depois, uma parte do grupo visitou o piso fabril da caldeiraria, onde estão sendo fabricados os equipamentos do Bloco 40. A outra parte da comitiva ficou reunida com o gerente geral de Planejamento e Finanças da NUCLEP, Genildo Araujo. Ele destacou que a troca de experiências e conhecimentos na área administrativa e financeira é muito importante para a companhia.
Reprodução: Petronotícias As últimas semanas têm sido de muito trabalho e boas notícias para a Nuclep. De um lado, a empresa se prepara para receber, nas próximas semanas, o maquinário necessário para aumentar sua linha de produção de torres de transmissão. De acordo com o presidente da Nuclep, Almirante Carlos Seixas, a expectativa é iniciar a operação dos novos equipamentos já no final de outubro. “Agora, com essas cinco novas máquinas, vamos duplicar nossa capacidade de produção”, explicou. Como se sabe, a companhia entrou neste nicho de mercado, em meados do ano passado, para diversificar sua geração de receitas. Enquanto isso, o presidente da empresa esteve recentemente em Aramar (SP) para acompanhar as obras do Laboratório de Geração de Energia Nucleoelétrica (Labgene) – protótipo dos sistemas de propulsão do submarino nuclear brasileiro (SN-BR). A Nuclep está envolvida no desenvolvimento do chamado Bloco 40 do empreendimento. Neste momento, a companhia está construindo os equipamentos desta seção em Itaguaí (RJ) e paralelamente avança na parte estrutural em Aramar. A primeira etapa da construção do Bloco 40 deve ser finalizada já no primeiro semestre do ano que vem. Por fim, Seixas ainda falou da expectativa da Nuclep em participar das obras de instalação dos condensadores da Usina Nuclear de Angra 3. Quais os avanços mais recentes dentro do Bloco 40 do Labgene? No último dia 18, eu estive em Aramar, onde a Nuclep já começou a fazer as bases do Bloco 40 do Labgene. A última vez em que estive no Labgene foi no ano passado. Fiquei surpreendido…