Sexta, 05 Agosto 2022 17:16

EMPRESAS BRASILEIRAS E AMERICANAS DISCUTEM POTENCIAIS PARCERIAS NO SETOR NUCLEAR DURANTE PAINEL NOS EUA

Reprodução: Petronotícias. 
 

Empresas brasileiras e americanas do setor nuclear se reuniram nesta semana para discutir potenciais parcerias e negócios. A reunião aconteceu na sede do Nuclear Energy Institute (NEI), em Washington DC. A presidente do NEI, Maria Korsnick, o presidente da Associação Brasileira para Desenvolvimento das Atividades Nucleares (ABDAN), Celso Cunha, e Aleshia Duncan, do Departamento de Energia dos Estados Unidos, conduziram a abertura do encontro. Em sua fala, Cunha destacou a importância da descarbonização, as iniciativas da associação, as parcerias com as empresas do segmento nuclear e o compromisso dos Estados Unidos em conhecer e estar presente neste momento tão importante para o setor nuclear no Brasil.

Para lembrar, desde o início dessa semana, o presidente da ABDAN e outros membros da indústria nuclear brasileira estão viajando pelos Estados Unidos para cumprir uma intensa agenda de encontros e debates sobre oportunidades de parcerias entre os dois países no setor. A equipe é liderada pelo Chefe da Assessoria Especial de Gestão do MME, Almirante Noriak Wada, e conta ainda com o presidente da Nuclep, Carlos Seixas, o presidente da Indústrias Nucleares do Brasil (INB), Carlos Freire Moreira, o assessor do Ministério de Minas e Energia, Marcello Pereira de Araújo Lima, entre outros.

A reunião no NEI teve ainda um debate sobre Segurança de Abastecimento de Infraestrutura de Energia Nuclear, com a participação dos presidentes da Nuclep, da INB e da Amazul. Em sua fala, o presidente da Nuclep reforçou a importância da energia nuclear para o mundo e falou sobre a relevância do estreitamento de laços e novos negócios entre os países: “A energia nuclear está com força nos projetos de várias nações que pretendem reduzir os custos com energia elétrica e alcançar metas ambientais. As usinas nucleares são capazes de produzir energia limpa em massa. Essa missão tem um propósito importante não apenas para as empresas envolvidas, mas na preocupação com o futuro energético global”, afirmou Seixas.