Reprodução: Petronotícias A Nuclep fez nesta semana uma nova e importante entrega para o projeto de desenvolvimento do Laboratório de Geração de Energia NucleoElétrica (LABGENE), localizado em Iperó (SP). O equipamento entregue foi um vaso de pressão do reator. A estrutura faz parte do contrato de fornecimento de seis equipamentos do Sistema de Resfriamento de Emergência do Labgene. O vaso entregue nesta semana foi o primeiro de dois Tanques de Inundação (VP5 e VP6) que serão fabricados pela Nuclep para o Labgene. Eles foram construídos em material inox e serão usados para inundar o interior do Bloco 40 do Labgene até certa altura para restabelecer as condições de retirada de calor do núcleo, em um eventual caso de acidente. Além desses equipamentos, a empresa também fabricou dois vasos acumuladores (VP3 e VP4) e dois trocadores de calor (TC1 e TC2). O Labgene, como se sabe, será o protótipo em tamanho real do primeiro Submarino de Propulsão Nuclear do Brasil. A Nuclep atua na construção do chamado Bloco 40, que é o reator do projeto.
Reprodução: Poder Naval Envolvida com a fabricação dos equipamentos estratégicos de Defesa do país, a Nuclebras Equipamentos Pesados S.A (NUCLEP) entregou essa semana, o Vaso de Pressão do Reator que faz parte do contrato de fornecimento de seis equipamentos do Sistema de Resfriamento de Emergência do projeto do Laboratório de Geração de Energia Nucleoelétrica (LABGENE) do Programa Nuclear da Marinha (PNM), para o Centro Tecnológico da Marinha em São Paulo (CTMSP). Como única empresa nacional capacitada à construção de equipamentos nucleares no País, a NUCLEP já entregou para o protótipo, em terra, da planta nuclear do futuro submarino com propulsão nuclear brasileiro (SN-BR), dois Vasos Acumuladores (VP3 e VP4), dois Trocadores de Calor (TC1 e TC2) e agora entregou o primeiro (VP5) dos dois vasos, os Tanques de Inundação(VP5 e VP6). Os tanques de inundação são equipamentos construídos em material inox que têm como função inundar o interior do Bloco 40 até certa altura para restabelecer as condições de retirada de calor do núcleo no caso de acidente.
Reprodução: DefesaNet Como uma das empresas participantes da delegação brasileira liderada pelo Ministro de Minas e Energia, AE (RM1) Bento Albuquerque, na Offshore Technology Conference (OTC), maior evento mundial de petróleo, a NUCLEP tem se empenhado no network para trazer resultados para a empresa. Após participarem da abertura do Pavilhão Brasil, realizada pelo Ministro Bento, o presidente da NUCLEP, CA (RM1) Carlos Henrique Silva Seixas, e os diretores Administrativo, CA (RM1) Oscar Moreira Filho, e Comercial, Nicola Neto, visitaram o espaço dedicado à Petrobras, que recebeu no primeiro dia (16AAGO2021), o prêmio internacional pelo desenvolvimento de tecnologias no pré-sal. Na sequência, se reuniram com executivos da Frank’s International, empresa que há 83 anos surpreende e é líder global em serviços tubulares e de Óleo e Gás em todo o mundo. “No segundo dia (17AGO) estamos novamente reunidos com a comitiva da Frank’s International e o que posso adiantar é que já estamos em tratativas para voltar ao Brasil com boas novas para a NUCLEP. Essa é a grande vantagem de feiras internacionais como a OTC. São profissionais de mais de 130 países em um só local, com o único propósito de promover o desenvolvimento de negócios com praticamente toda a indústria petrolífera mundial”, disse o presidente CA (RM1) Seixas. Nas fotos com a diretoria executiva da NUCLEP, os dirigentes da Frank’s International: o Diretor e Gerente, respectivamente, Robbie Thibodeaux e Roger Norman; e o VP da empresa, Sr. Jeremy Angelle.
Reprodução: Petronoticias O menor número de empresas na OTC está proporcionando um fenômeno diferente na edição 2021. Todos querem otimizar mais o tempo buscando realizar as reuniões de negócios em maior número. O Pavilhão Brasil tem atraído empresas internacionais em busca de conhecer as possibilidades de investimentos e até a costura para futuras joint ventures. Quem esteve no estande da Nuclep para uma reunião, foram alguns executivos da Frank’s International, empresa que há 83 anos é uma das líderes globais em serviços tubulares de óleo e gás em todo mundo. As duas empresas são muito importantes para os mercados onde atuam. A Frank’s International oferece uma ampla gama de serviços tubulares de alta engenharia, fabricação de tubos, tecnologias de perfuração e soluções especiais de construção e intervenção em poços.  Uma empresa que busca inovar suas tecnologias na preservação da integridade dos poços e conseguem colocar os poços mais complexos em produção de maneira mais eficiente, ao mesmo tempo em que aumenta a segurança, usando  a automação e a redução da intervenção humana. Uma empresa como esta poderá ser muito importante para a Nuclep, que também está buscandonuclep 2 oportunidades no mercado de óleo e gás por sua estrutura de alto padrão em suas instalações no Rio de Janeiro. O Presidente da Nuclep, Almirante Carlos Seixas, disse: “Hoje estamos novamente reunidos com a comitiva da Frank’s International e o que posso adiantar é que já estamos em tratativas para voltar ao Brasil com boas novas para a NUCLEP. Essa é a…
Reprodução: Petronotícias Valeu o esforço de todas as pessoas que se dedicaram a organizar a primeira OTC depois de um ano do cancelamento da maior feira de petróleo do mundo em virtude da pandemia de Covid-19. Claro, a OTC de 2021 parece ter feito um regime bem caprichado. Está obviamente menor, mas está lá e merece crédito por isso. A Apex-Brasil e as empresas brasileiras que também acreditaram no evento estão neste patamar. O pavilhão Brasil formado por 23 companhias está marcado no mesmo local de sempre. Outras dez empresas nacionais também participam da feira, mas de forma virtual. Todas essas companhias merecem ser parabenizadas pela iniciativa, em uma época em que qualquer esforço vale muito – ainda mais depois de vencerem também as barreiras sanitárias impostas pelo governo americano, com 14 dias de quarentena no México antes de entrarem nos Estados Unidos. O Ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, lidera a delegação brasileira. Um dos seus objetivos na feira é a divulgação das oportunidades do leilão da Cessão Onerosa, que será realizado em dezembro. Ontem, ele esteve na cerimônia de premiação da Petrobrás, que foi homenageada pelas inovações tecnológicas de Búzios. Hoje (16), ao lado do presidente da estatal, Joaquim Silva e Luna, Albuquerque participou da abertura oficial do pavilhão Brasil. E8700REWUAgXTzN O Ministro de Minas e Energia e o presidente da Petrobrás, Joaquim Silva e Luna Ainda em Houston, o ministro deverá visitar amanhã (17) uma planta de produção de hidrogênio da Air Liquide, em La Porte,…
Reprodução: DefesaNet O presidente da NUCLEP, CA (RM1) Carlos Henrique Silva Seixas, esteve no sábado (17JUL2021), em São Paulo, no Complexo Naval Aramar como parte da comitiva liderada pelo diretor-geral de Desenvolvimento Nuclear e Tecnológico da Marinha (DGDNTM), AE Marcos Sampaio Olsen, que deu sequência a visita do diretor-geral da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), Rafael Mariano Grossi, às instalações de Desenvolvimento do Programa Nuclear da Marinha do Brasil.   Recebido ainda pelo Diretor do Centro Tecnológico da Marinha de São Paulo, VA Colmenero; o Embaixador foi apresentado aos avanços na construção do Laboratório de Geração de Energia Nucleoelétrica - LABGENE.   “Os dois dias com o Diretor da AIEA foram muito relevantes. Sua apresentação ontem aos avanços do PROSUB, à obra de Angra 3 e agora, ao CTMSP, me permitiram ratificar hoje ao Embaixador a participação e importância da NUCLEP nos projetos nucleares do País.   Hoje, ele conferiu pessoalmente o trabalho que fazemos na construção do BLOCO 40”, disse o presidente da NUCLEP, CA (RM1) Seixas.   Presentes à comitiva ainda, o Diretor de Desenvolvimento Nuclear da Marinha do Brasil, VA (EN) Guilherme Dionízio Alves; Diretor do Centro de Desenvolvimentos de Submarinos, CA(EN) Flavio Antoun Netto; e o  Diretor Técnico da Amazul, VA (EN-RM1) Francisco Roberto Portella Deiana.
Reprodução: Defesa Aérea e Naval O presidente da NUCLEP, CA (RM1) Carlos Henrique Silva Seixas, esteve hoje (17), em São Paulo, no Complexo Naval Aramar como parte da comitiva liderada pelo diretor-geral de Desenvolvimento Nuclear e Tecnológico da Marinha (DGDNTM), AE Marcos Sampaio Olsen, que deu sequência a visita do diretor-geral da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), Rafael Mariano Grossi, às instalações de Desenvolvimento do Programa Nuclear da Marinha do Brasil. Recebido ainda pelo Diretor do Centro Tecnológico da Marinha de São Paulo, VA Colmenero; o Diretor da AIEA foi apresentado aos avanços na construção do Laboratório de Geração de Energia Nucleoelétrica – LABGENE. “Os dois dias com o Diretor da AIEA foram muito relevantes. Sua apresentação ontem aos avanços do PROSUB, à obra de Angra 3 e agora, ao CTMSP, me permitiram ratificar hoje a ele a participação e importância da NUCLEP nos projetos nucleares do País. Hoje, ele conferiu pessoalmente o trabalho que fazemos na construção do BLOCO 40”, disse o presidente da NUCLEP, CA (RM1) Seixas. Presentes à comitiva ainda, o Diretor de Desenvolvimento Nuclear da Marinha do Brasil, VA (EN) Guilherme Dionízio Alves; Diretor do Centro de Desenvolvimentos de Submarinos, CA(EN) Flavio Antoun Netto e o Diretor Técnico da Amazul, VA(EN-RM1) Francisco Roberto Portella Deiana
Reprodução: PetroNotícias. Uma noite muito especial para o setor de energia do Brasil. O Grupo Mídia realizou ontem (30) a cerimônia de premiação “100 Mais Influentes da Energia na Década”. O evento aconteceu no Centro de Convenções Rebouças, em São Paulo, com protocolos especiais de segurança por conta da pandemia de Covid-19. O Ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, foi um dos homenageados da solenidade. “Dedico essa homenagem a todos os servidores do Ministério de Minas e Energia e órgãos vinculados. Tenho a certeza de que gestos de reconhecimento como este muito nos motiva a continuar promovendo o aprimoramento do setor de energia. Parabéns aos homenageados e aos organizadores”, disse Albuquerque, que participou da cerimônia remotamente, em virtude de compromissos inesperados e inadiáveis em Brasília. Alguns dos outros nomes homenageados na noite foram: Marcio Felix (EnP); Miguel Settas (EDP); Reginaldo Medeiros (Abraceel); Wilson Ferreira Junior (BR Distribuidora); Eduardo Vinhaes Gerk (PPSA); Ivan Dybov ( Rosatom), entre outros. No segmento de energia nuclear, os premiados foram o presidente da Associação Brasileira para Desenvolvimento das Atividades Nucleares (Abdan), Celso Cunha; e o presidente da Nuclep, Carlos Seixas. Cunha assumiu a presidência da Abdan em fevereiro de 2017. Após sua chegada à entidade, a associação entrou em uma jornada de fortalecimento e modernização, além de ter intensificado e ampliado seu papel de incentivadora do setor nuclear brasileiro. A Abdan teve participação de destaque  nas movimentações para retomada das obras de Angra 3 e no desenvolvimento de propostas legislativas e regulatórias em prol…
Reprodução: Petronotícias Além da participação no Programa de Submarinos da Marinha (Prosub) e no mercado nuclear, o novo membro do Conselho de Administração da Nuclep, Wesley Cardia (foto), viu de perto que a empresa pode se tornar independente financeiramente da União, explorando ao máximo o gigantesco mercado de torres de transmissão. Cardia esteve na empresa para conhecer as instalações da maior caldeiraria do Brasil, instalada em Itaguaí (RJ). O novo conselheiro, que é representante do Ministério da Economia, foi recebido pelo presidente da Nuclep, Carlos Henrique Silva Seixas; e pelos diretores Oscar Moreira Filho, Nicola Neto e Alexandre Magalhães. Durante a visita, o Almirante Carlos Seixas explicou os detalhes de como foi feito um dos mais recentes investimentos da empresa – a linha de produção de torres de transmissão de energia. “Em 2019, durante uma apresentação do Ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, foi anunciada pelo Governo a necessidade da instalação de 55 mil km em linhas de transmissão até 2027. Nesse momento, vislumbramos a possibilidade, diante da capacidade de produção da Nuclep, em absorver as demandas desse mercado”, contou. A estratégia da companhia ao entrar no mercado de transmissão de energia é garantir o faturamento suficiente para reduzir a sua dependência financeira da União. Além disso, a Nuclep continua sendo peça fundamental em outros setores estratégicos brasileiros, como o de defesa. Como se sabe, a companhia está participando da construção do chamado Bloco 40, o   protótipo em tamanho real do reator do que será o primeiro Submarino…
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