Reprodução: DefesaNet O presidente da NUCLEP, CA (RM1) Carlos Henrique Silva Seixas, esteve no sábado (17JUL2021), em São Paulo, no Complexo Naval Aramar como parte da comitiva liderada pelo diretor-geral de Desenvolvimento Nuclear e Tecnológico da Marinha (DGDNTM), AE Marcos Sampaio Olsen, que deu sequência a visita do diretor-geral da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), Rafael Mariano Grossi, às instalações de Desenvolvimento do Programa Nuclear da Marinha do Brasil.   Recebido ainda pelo Diretor do Centro Tecnológico da Marinha de São Paulo, VA Colmenero; o Embaixador foi apresentado aos avanços na construção do Laboratório de Geração de Energia Nucleoelétrica - LABGENE.   “Os dois dias com o Diretor da AIEA foram muito relevantes. Sua apresentação ontem aos avanços do PROSUB, à obra de Angra 3 e agora, ao CTMSP, me permitiram ratificar hoje ao Embaixador a participação e importância da NUCLEP nos projetos nucleares do País.   Hoje, ele conferiu pessoalmente o trabalho que fazemos na construção do BLOCO 40”, disse o presidente da NUCLEP, CA (RM1) Seixas.   Presentes à comitiva ainda, o Diretor de Desenvolvimento Nuclear da Marinha do Brasil, VA (EN) Guilherme Dionízio Alves; Diretor do Centro de Desenvolvimentos de Submarinos, CA(EN) Flavio Antoun Netto; e o  Diretor Técnico da Amazul, VA (EN-RM1) Francisco Roberto Portella Deiana.
Reprodução: Defesa Aérea e Naval O presidente da NUCLEP, CA (RM1) Carlos Henrique Silva Seixas, esteve hoje (17), em São Paulo, no Complexo Naval Aramar como parte da comitiva liderada pelo diretor-geral de Desenvolvimento Nuclear e Tecnológico da Marinha (DGDNTM), AE Marcos Sampaio Olsen, que deu sequência a visita do diretor-geral da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), Rafael Mariano Grossi, às instalações de Desenvolvimento do Programa Nuclear da Marinha do Brasil. Recebido ainda pelo Diretor do Centro Tecnológico da Marinha de São Paulo, VA Colmenero; o Diretor da AIEA foi apresentado aos avanços na construção do Laboratório de Geração de Energia Nucleoelétrica – LABGENE. “Os dois dias com o Diretor da AIEA foram muito relevantes. Sua apresentação ontem aos avanços do PROSUB, à obra de Angra 3 e agora, ao CTMSP, me permitiram ratificar hoje a ele a participação e importância da NUCLEP nos projetos nucleares do País. Hoje, ele conferiu pessoalmente o trabalho que fazemos na construção do BLOCO 40”, disse o presidente da NUCLEP, CA (RM1) Seixas. Presentes à comitiva ainda, o Diretor de Desenvolvimento Nuclear da Marinha do Brasil, VA (EN) Guilherme Dionízio Alves; Diretor do Centro de Desenvolvimentos de Submarinos, CA(EN) Flavio Antoun Netto e o Diretor Técnico da Amazul, VA(EN-RM1) Francisco Roberto Portella Deiana
Reprodução: PetroNotícias. Uma noite muito especial para o setor de energia do Brasil. O Grupo Mídia realizou ontem (30) a cerimônia de premiação “100 Mais Influentes da Energia na Década”. O evento aconteceu no Centro de Convenções Rebouças, em São Paulo, com protocolos especiais de segurança por conta da pandemia de Covid-19. O Ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, foi um dos homenageados da solenidade. “Dedico essa homenagem a todos os servidores do Ministério de Minas e Energia e órgãos vinculados. Tenho a certeza de que gestos de reconhecimento como este muito nos motiva a continuar promovendo o aprimoramento do setor de energia. Parabéns aos homenageados e aos organizadores”, disse Albuquerque, que participou da cerimônia remotamente, em virtude de compromissos inesperados e inadiáveis em Brasília. Alguns dos outros nomes homenageados na noite foram: Marcio Felix (EnP); Miguel Settas (EDP); Reginaldo Medeiros (Abraceel); Wilson Ferreira Junior (BR Distribuidora); Eduardo Vinhaes Gerk (PPSA); Ivan Dybov ( Rosatom), entre outros. No segmento de energia nuclear, os premiados foram o presidente da Associação Brasileira para Desenvolvimento das Atividades Nucleares (Abdan), Celso Cunha; e o presidente da Nuclep, Carlos Seixas. Cunha assumiu a presidência da Abdan em fevereiro de 2017. Após sua chegada à entidade, a associação entrou em uma jornada de fortalecimento e modernização, além de ter intensificado e ampliado seu papel de incentivadora do setor nuclear brasileiro. A Abdan teve participação de destaque  nas movimentações para retomada das obras de Angra 3 e no desenvolvimento de propostas legislativas e regulatórias em prol…
Reprodução: Petronotícias Além da participação no Programa de Submarinos da Marinha (Prosub) e no mercado nuclear, o novo membro do Conselho de Administração da Nuclep, Wesley Cardia (foto), viu de perto que a empresa pode se tornar independente financeiramente da União, explorando ao máximo o gigantesco mercado de torres de transmissão. Cardia esteve na empresa para conhecer as instalações da maior caldeiraria do Brasil, instalada em Itaguaí (RJ). O novo conselheiro, que é representante do Ministério da Economia, foi recebido pelo presidente da Nuclep, Carlos Henrique Silva Seixas; e pelos diretores Oscar Moreira Filho, Nicola Neto e Alexandre Magalhães. Durante a visita, o Almirante Carlos Seixas explicou os detalhes de como foi feito um dos mais recentes investimentos da empresa – a linha de produção de torres de transmissão de energia. “Em 2019, durante uma apresentação do Ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, foi anunciada pelo Governo a necessidade da instalação de 55 mil km em linhas de transmissão até 2027. Nesse momento, vislumbramos a possibilidade, diante da capacidade de produção da Nuclep, em absorver as demandas desse mercado”, contou. A estratégia da companhia ao entrar no mercado de transmissão de energia é garantir o faturamento suficiente para reduzir a sua dependência financeira da União. Além disso, a Nuclep continua sendo peça fundamental em outros setores estratégicos brasileiros, como o de defesa. Como se sabe, a companhia está participando da construção do chamado Bloco 40, o   protótipo em tamanho real do reator do que será o primeiro Submarino…
Reprodução: Defesa Aérea e Naval O presidente da NUCLEP, CA (RM1) Carlos Henrique Silva Seixas, acompanhando o Ministro de Minas e Energia, AE (RM1) Bento Albuquerque, em agenda com o Presidente da República, Jair Bolsonaro, com a devida autorização do Ministro, aproveitou a oportunidade e entregou, em nome de todos os funcionários da NUCLEP, ao Presidente Bolsonaro, a caixa presente com miniaturas em aço inoxidável, soldadas à uma base de madeira, com alguns dos equipamentos mais estratégicos fabricados no piso fabril da empresa. O encontro, que aconteceu no Palácio do Planalto na tarde de ontem (10/6), proporcionou ao CA (RM1) Seixas falar não apenas das miniaturas, mas também sobre o novo momento da NUCLEP. “Esse presente, Presidente, foi feito pelos próprios funcionários da NUCLEP para o Senhor. Estão representados aqui, nessas miniaturas, os segmentos em que atuamos no mercado. Representando o setor Nuclear está a miniatura do Acumulador de Angra 3, deste, fabricamos e já entregamos, oito unidades para a Eletronuclear; já o setor de Defesa está representado pelo Submarino Classe Riachuelo, tipo Scorpène, fabricamos e já entregamos à Marinha do Brasil, os cascos resistentes dos quatro S-BR convencionais do PROSUB, ao passo que já nos preparamos para a construção da sessão de qualificação do SN-BR, o primeiro Submarino de Propulsão Nuclear do país; e, o setor de Energia, representado pela nossa mais nova e promissora empreitada, a Torre de Transmissão de Energia.” Somos também muito atuantes no setor de Óleo e Gás, pioneiros no Brasil na construção de blocos semissubmersíveis para plataformas…
Reprodução: Petronotícias O presidente Jair Bolsonaro recebeu  o presidente da Nuclep, Carlos Seixas, para uma reunião em Brasília. O tema do encontro foi o novo momento da companhia, que tem feito importantes entregas para os setores nuclear e de defesa, ao mesmo tempo em que está expandindo sua atuação no setor de energia. Além disso, a gestão da companhia fez mudanças internas, cortando gastos e fortalecendo sua estrutura. Uma das últimas ações da Nuclep foi a ampliação do seu escopo de atuação, com a inauguração da Linha de Produção de Estruturas Metálicas para Torres de Transmissão. A Diretoria Executiva estima que essa iniciativa permitirá à empresa ficar menos dependente da União. Outro movimento importante da companhia foi a revitalização de seu Terminal Marítimo Privativo. A obra começou em março de 2020 e tem previsão de conclusão para julho de 2021. O objetivo dos trabalhos é a recuperação de toda a instalação e o aumento da capacidade do Terminal. “Com o aumento da capacidade de escoamento, temos a expectativa de faturar cerca de R$ 1 milhão com o Porto já em 2021, e assim de forma crescente, visto que nosso Terminal pode suportar até 1 mil toneladas, além de apresentar vantagem competitiva para movimentação intermodal (rodoviária, marítima e fluvial)”, disse o presidente da Nuclep. Há poucos dias, inclusive, a companhia realizou o primeiro embarque no seu Terminal Marítimo Privativo. Durante o encontro com Bolsonaro, Seixas também entregou miniaturas em aço inoxidável, soldadas à uma base de madeira, com alguns dos equipamentos…
Reprodução: Veja A Nuclep, estatal de equipamentos pesados ligada ao ministério de Minas e Energia, planeja fechar nos próximos dois meses o contrato para a produção do casco externo do submarino de propulsão nuclear da Marinha. A estimativa é que a obra custe em torno de 200 milhões de reais.  O contrato, a ser firmado junto à Marinha e ao estaleiro ICN, que constrói a embarcação, marcará o início dos trabalhos na estrutura do que será o primeiro submarino do tipo do Brasil, fruto de acordo de transferência de tecnologia firmado em 2012 com a França, na iniciativa batizada de Prosub. A expectativa é que o submarino esteja pronto só em 2029. Atualmente, o projeto está na fase de construção do protótipo em tamanho real onde a tecnologia será testada ainda em terra. O casco será o primeiro componente comprado que integrará a estrutura final da embarcação.   
Reprodução: O dia ITAGUAÍ - Com experiência no setor nuclear e capacidade fabril, a Nuclebrás Equipamentos Pesados (Nuclep) – indústria estatal que atua no bairro de Brisamar, Itaguaí - concluiu a fabricação da Caixa de Blindagem Radiológica para a Unidade Móvel de Irradiação com Acelerador Industrial de Elétrons, projetado pelo Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (Ipen). A unidade móvel tem várias aplicações e conta com um acelerador de feixe de elétrons responsável por tratar efluentes industriais para fins de reutilização, o que viabiliza uma alternativa limpa e tecnológica para as empresas. Os requisitos de segurança são garantidos pela Agência Internacional de Energia Atômica (Aiea), pela BSS Serviços de Blindagem e pela CNEN - autarquia federal do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações a qual o Ipen está vinculado. Com o laboratório móvel, que será usado por profissionais da Ipen para realizar treinamentos em empresas de todo país, é possível ampliar a capacidade nacional de tratamento de efluentes, o que gera benefícios tecnológicos e econômicos em relação às técnicas convencionais. A blindagem Radiológica fabricada pela Nuclep pesa mais de 15 toneladas e tem como objetivo fornecer a proteção adequada durante as operações, promovendo a segurança dos trabalhadores e do ambiente. A Unidade Móvel de Irradiação com Acelerador Industrial de Elétrons é importante na aplicação de atividades de pesquisa e desenvolvimento de novas tecnologias e prestações de serviços em escalas laboratoriais e industriais.
Reprodução: Petronotícias A Nuclep concluiu mais um importante projeto no segmento nuclear. A empresa finalizou a fabricação da Caixa de Blindagem Radiológica para a Laboratório Móvel de Irradiação com Acelerador Industrial de Elétrons, projetado pelo Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (IPEN). Uma das muitas aplicações dessa unidade será o tratamento de efluentes industriais para fins de reutilização, se apresentando como uma alternativa limpa e tecnológica para as empresas brasileiras. Com laboratório, os profissionais da IPEN poderão oferecer treinamento às companhias de todo o país, ajudando a ampliar a capacidade nacional de tratamento de efluentes e gerando benefícios tecnológicos e econômicos em comparação com as técnicas convencionais. Além disso, na nova unidade serão aplicadas atividades de pesquisa e desenvolvimento de tecnologias e prestações de serviços em escalas laboratoriais e industriais. A blindagem Radiológica fabricada pela Nuclep pesa cerca de 15,86 toneladas. A estrutura vai oferecer proteção durante as operações, promovendo a segurança dos trabalhadores e do ambiente. Para a caldeiraria, a participação neste projeto reforça ainda mais a sua capacidade de atender as mais diversas demandas dos projetos nucleares, contribuindo com a sociedade brasileira.
Página 1 de 8